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quinta-feira, 1 de abril de 2021

ENTREVISTA: BEHAVIOR - CHAMA DO METAL



 Hoje conversamos com a banda baiana de Death Metal BEHAVIOR que segue trabalhando na divulgação do atual trabalho “Necrophagic Necrophilia”. Primeiramente, muito obrigado pela entrevista, gostaríamos de começar perguntando sobre o álbum “Morbid Obsession”, vimos, por meio das redes sociais, diversas críticas positivas acerca deste material, como vocês enxergam a receptividade da imprensa e do público sobre ele?

Fabricio Pazelli: HAIL DEATHBANGERSS! Obrigado pelo espaço e suporte. É muito importe para a maquina underground continuar funcionando, que ainda existam canais como esse. Levamos 5 anos para finalizar o “Morbid Obsession”. Foi uma luta bem árdua em várias situações. Passamos por diversas mudanças de formação e questões pessoais, mas nos mantivemos de pé no FRONT! Receber tantos elogios por algo que fizemos com tanto sangue no olho e devoção ao Metal da Morte, é extremamente gratificante. Muito obrigado de verdade a todos por todo apoio. 



Aproveitando a pergunta anterior, como foi trabalhar na criação deste álbum e quais a principais influências que o grupo buscou para compô-lo?

Fabrício Pazelli: Posso te dizer com toda certeza, que esse disco foi o maior desafio que enfrentamos até hoje. Um dos fundadores da banda saiu, tivemos diversas formações e enfrentamos uma avalanche de problemas. Sem dúvida, isso acabou influenciando para deixar o disco pingando sangue. A gente escuta muita coisa, mas os clássicos como Morbid Angel, Obituary, Death, Autopsy, Cannibal Corpse, Suffocation e por aí vai, com certeza estão em nossas maiores influências.

A sonoridade da banda me lembra muito os tempos áureos do Death Metal dos anos 90. Podemos afirmar que esta é a principal influência da banda? Ou há nomes dos anos 2000 e 2010 que vocês buscam como influência?

Fabrício Pazelli: Cara, a nossa base de berço é o rock e metal. Não há como fugir de quem somos e de onde viemos. As bandas clássicas do século passado, sem dúvida tem maior influência em nossa música, até porquê é a nossa escola. Tenho muito respeito por inúmeras bandas, que estão fazendo um trabalho sério e de qualidade. Até onde elas influenciam diretamente em nossa música, não sei te afirmar, mas certeza que estamos ligados. A luta no underground é diária e essa conexão só nos fortalece. 

Recentemente, vimos por meio da Sangue Frio Produções que vocês já trabalham em um novo álbum, que será intitulado de “The Eternal Hunger”. Como está o processo de gravação deste trabalho e qual sua previsão de lançamento?

Fabrício Pazelli: Sim, estamos há um tempo já trabalhando nesse disco e pelo que estamos fazendo, o ódio continua intacto. Temos muito cuidado ao escrever uma música. Ela precisa representar de fato algo que tenha a alma e a essência do Death Metal, e que leve essa energia a quem estiver ouvindo. Estamos em processo de finalização das demos caseiras, e se tudo der certo, queremos ainda esse ano finalizar a gravação em estúdio. Já lançamento, depende de muita coisa. Vamos vendo... A sangue frio nos deu um grande suporte na disseminação de nossos trabalhos. É muito importe ter essas mídias que valorizam o underground, e eles fazem isso com muita honra e profissionalismo. 





Aproveitando a pergunta anterior, acreditam que este novo álbum possa superar o “Morbid Obsession” – no quesito receptividade e sonoridade?

Fabrício Pazelli: Estamos depositando nesse novo disco, muito mais do que imaginávamos que teríamos. Até por conta de tanta desgraça que vem acontecendo nos últimos tempos no mundo, com a pandemia. E quando essa energia se conecta, só dá chuva de sangue (risos). 

Como você acredita que o headbanger brasileiro retornará após a pandemia? Tendo vista o tempo que estamos sem shows, você acha que o público dará mais importância aos eventos undergrounds ou continuaremos com festivais esvaziados?

Fabrício Pazelli: Essa é uma resposta que realmente só teremos quando tudo isso acabar. Mas cara, eu acredito que as coisas vão voltar ao normal. Não sou otimista que voltará melhor não, mas voltará. Somos adaptáveis a todo tipo de situação, e com esse crescente de casas de shows fechando, grandes guerreiros de nossa mídia underground perdendo força, pode levar um tempo para que a gente se restabeleça. Eu quero estar errado que vai continuar uma merda, mas ainda assim, confio nos verdadeiros que mantém a chama acesa. E são por esses que sempre vale a pena meter o pé na estrada e dar a cara a tapa. A guerra nunca acaba!

Além de “The Eternal Hunger”, o BEHAVIOR prepara alguma outra novidade para 2021?

Fabrício Pazelli: 2021 ainda promete muita coisa. Estamos na luta para conseguir lançar nossos materiais em diversos formatos, e espero que consigamos. 

Desde já agradecemos o tempo cedido, deixamos este espaço para as considerações finais.

Fabrício Pazelli: Meu irmão, novamente muito obrigado pela entrevista. Vida longa ao CHAMA DO METAL. Em breve nos livraremos desse caos pandêmico, e poderemos estar juntos, abraçados e batendo cabeça em muitos shows por esse Brasil afora. Espero que logo possamos nos encontrar e bater uma gelada ouvindo a música do Diabo. Um grande HAIL à todas as pessoas que vem nos apoiando nestes anos, vocês são muito importantes para que essa chama continue acesa. STAY BANGERS UNTIL THE END! STAY HUNGRY! 666 \,,/

BEHAVIOR é:

Fabrício Pazelli – vocal

Silvio Libório – guitarra

Alexandre Vitorino – guitarra

Leonardo Reis – baixo

Ricardo Agatte – bateria

Sites relacionados:

https://www.facebook.com/BehaviorOfficial 

https://www.youtube.com/c/BehaviorDeathMetal 

https://instagram.com/behaviordm

https://sanguefrioproducoes.com/bandas/BEHAVIOR/78

terça-feira, 14 de julho de 2020

Entrevista Exclusiva Da Banda INFESTATIO



Hoje conversamos com a veterana do Thrash Metal INFESTATIO, que completa neste ano 20 anos de carreira. Confira o bate-papo abaixo e saiba um pouco mais deste importante nome do cenário brasileiro:

Primeiramente, como surgiu o nome Infestatio?

Rafael Neves: O nome INFESTATIO  vem do latim, que significa infestação, porém buscamos esse nome pois ele também tem um significado associado ao lado “religioso”, o termo INFESTATIO é utilizado pelos líderes da igreja quando autorizam que seja realizado oficialmente um ritual de exorcismo, pois existem algumas “regras” e/ou “requisitos” que precisam ser preenchidos para que a pessoa seja comprovadamente, perante eles, “infectada pelo demônio”, então se referem a essa pessoa como INFESTATIO.
Como surgiu a ideia de formar uma banda de Thrash Metal? Qual o diferencial pensado pela banda?

Acredito que, como a maioria das bandas, surgiu de você seguir os seus ídolos, e conseguir criar músicas que a gente gostaria de ouvir e quebrar o pescoço curtindo! O diferencial da banda, sempre foi de tentar buscar um estilo próprio, e não se limitar em apenas uma linha, o nosso coração, a nossa alma vem do Thrash Metal, e com certeza estará presente em todas nossas músicas, mas o que acreditamos que é o nosso diferencial é realmente conseguir flertar, ou mesclar outros estilos sem sair da nossa origem.

Sobre o mais recente trabalho de estúdio, sobre o novo álbum “Unleashed The End”, como está a fase de gravação desse novo trabalho? Quem está por trás do material gráfico (capa, encarte e tudo mais) e da sua produção?

O álbum já está inteiro gravado e estamos na parte final da mixagem das faixas, infelizmente essa situação mundial que estamos vivendo acabou atrasando um pouco algumas coisas, mas já retomamos com força total e correndo para finalizá-lo o quanto antes! Em relação a parte gráfica da capa, quem está realizando é um artista chamado Cajueiro, que conseguiu captar perfeitamente nossas ideias e conceitos para a capa do álbum. Toda a produção ficou a cargo de Caio Picolotto, que hoje também é o baterista e coproduzido por mim (Rafael Neves), o que garantiu que o trabalho saia praticamente da forma como foi concebido desde a pré-produção, pois tivemos controle total sem nenhum tipo de interferência externa.



Quem escreve as letras e quem compõe as partes instrumentais?

As letras são todas de autoria minha e praticamente toda a parte instrumental também. Este disco contém algumas músicas mais antigas da banda com uma nova roupagem, que foi extremamente influenciada pela entrada do Caio na bateria, que trouxe toda sua influência, criatividade e versatilidade como músico, então posso dizer com segurança que até as faixas antigas ganharam uma nova vida com a presença dele na banda. As novas composições já trazem essa mistura entre o lado técnico dele e o lado agressivo meu muito mais evidente.


Como vocês veem a trajetória, as conquistas e o amadurecimento da banda ao longo desses 20 anos?

Nessa resposta tenho que falar mais por mim, que sou o membro fundador, pois o Caio está comigo apenas 3 anos como membro da banda, porem ele já nos acompanhava como produtor a alguns anos antes, enfim, a banda faz parte da minha vida, então o meu  crescimento como pessoa está associado diretamente ao crescimento e desenvolvimento da banda, eu a encaro como uma pessoa, um grande irmão, pois enfrentamos de tudo ao longo desses anos, várias mudanças de formação, mudanças de país, situações em que dava vontade de desistir, enfim, dificuldades não faltaram (como a maioria das bandas), porém, o amor a música, a vontade de evoluir sempre como músicos e de cada dia mais fazer músicas com mais vontade , paixão e fúria é o que manteve, mantém e manterá a chama viva dentro de nós, e de lutar por essas músicas e pela banda não importando o que a gente tenha de enfrentar... e quando falamos de uma banda 100% independente, todos sabemos que os desafios nunca vão acabar...


Na opinião do Infestatio quais são os pontos que uma banda deve olhar quando pretende investir em mídia?

Não só atualmente, mas desde sempre a mídia é crucial para uma banda, atualmente é praticamente impossível uma banda não ter suas redes sociais, e acima de tudo uma assessoria de mídia. Em outras épocas a maior mídia e maneira de divulgação eram os shows e o boca a boca... hoje, a assessoria muitas vezes tem praticamente a mesma importância de um outro membro da banda!

E qual a maior dificuldade em ter uma banda autoral nos dias de hoje?
O que você acha que pode ser mudado, no geral, para que o metal nacional tenha mais espaço?

Com certeza a maior dificuldade é a mesma de sempre, financeiro. Praticamente toda banda independente precisaria de patrocínios, ou parceiros. Atualmente a grande maioria das bandas se sustentam 100% com recursos próprios o que tende a ser crítico, pois muitas vezes isso acaba desmotivando muitas bandas ao longo do tempo, ou “enroscando” a banda, pois quando ela mais precisa investir para crescer, ele não encontra recurso. Atualmente também temos enfrentado algo que já estava acontecendo antes da pandemia, o fechamento de muitas casas de eventos, o que diminui muito o espaço para as bandas autorais poderem divulgar seu trabalho.

Com a pandemia e essa quarentena vemos muitos artistas fazendo lives e participando de eventos online, vocês também pretendem fazer algo do tipo?

Então, isso faz parte dos nossos planos, porém, devido a correria do dia a dia, então estamos completamente focados na finalização do álbum, então todo nosso tempo de banda está voltado para isso. Porém já estamos nos organizando para tentar soltar um material bem interessante, se tudo correr bem, talvez a gente solte uma “surpresa” por aí...


Agradecemos muito pela atenção, e deixe agora sua mensagem para nossos leitores e fãs.

Queremos primeiramente agradecer ao espaço que vocês nos cederam, agradecer ao pessoal da Sangue Frio que tem sido extremamente dedicados e atenciosos com a gente, e quero dizer a todos que, acima de tudo a música deve prevalecer, estamos vivendo tempos difíceis, e se tem algo que ajuda todos em tempos assim é a arte, e muitas vezes a música é capaz de nos manter sãos! Saibam que o INFESTATIO está trabalhando com o máximo de dedicação para fazer um álbum que todos possam se identificar, de uma forma ou de outra, tanto os fãs antigos, quanto os novos, quem já conhece as músicas, com certeza vai se surpreender e quem ainda não conhece, esperamos que não se decepcionem, pois uma coisa a gente garante, a dor no pescoço tem que ser intensa após a audição do disco! Um grande abraço a todos!

INFESTATIO é:
Rafael Neves (Rafão) – Guitarras e Vocais
Caio Piccolotto – Bateria

quarta-feira, 15 de abril de 2020

CHROMESKULL: Entrevista Exclusiva


CHAMA DO METAL: Olá tudo bem? Gostaríamos de começar este bate-papo agradecendo o CHROMESKULL pelo tempo cedido, é um prazer conversar com vocês. Bem, vamos lá: Conte para nossos leitores, um pouco mais da história da banda e apresente a sua formação atual.


Chromeskull: E aí galera, como estão? Bom, a gente iniciou aa atividades em 2017 como um trio e seguíamos uma linha mais Speed Metal, e dessa formação saiu o EP “Deads Shall Rise”. Em julho de 2019, acrescentamos mais um guitarrista na banda e desde então estamos com essa formação, e como produto dessa formação gravamos o single Screams In The Night. Então atualmente nossa banda conta com o Kayke Lima (bateria), Doug Zukeran (baixo), Arthur Benitez (guitarra) e Carlos Leonello (guitarra e vocal).


CHAMA DO METAL: Comente um pouco sobre este atual trabalho, “Screams In The Night”, como foi trabalhar em sua composição, gravação e como tem sido a recepção do público sobre ele?

Chromeskull: Na realidade, foi um processo bem divertido, curtimos todos os segundos dentro do estúdio gravando esse single. Tirei como inspiração as experiências que tive
curtindo a noite num evento de Heavy Metal em São Paulo, então são músicas que transmitem bem como é a cena paulista. Gravamos dois sons em um único dia, todos os instrumentos e a voz, apesar de ter sido cansativo, foi uma experiência sensacional.

Ouça:



Encontre nas demais plataformas digitais:


Deezer:






CHAMA DO METAL: Vimos na imprensa diversas críticas positivas sobre o single, vocês acreditam que ele atingiu as expectativas?

Chromeskull: Na verdade sim, estamos satisfeitos com o resultado atingido, porém sabemos onde melhorar e como melhorar. Com esse single, estamos começando a explorar nossa identidade e isso é bem evidente entre o nosso primeiro trabalho e o mais
recente. Mas continuamos buscando nosso som e compondo bastante.


CHAMA DO METAL: Como a banda enxerga o cenário do Metal brasileiro na atualidade e quais seus principais pontos positivos e negativos?

Chromeskull: O cenário do metal no Brasil ainda é um pouco fechado, tem uma quantidade absurda de headbangers “conservadores” (nesse caso, conservador no sentido de não olhar para as bandas novas) e isso atrapalha um pouco a visibiĺidade das 
bandas em geral, então isso se torna um problema quando o assunto é comparecer a shows ou adquirir os materias das bandas que estão ativas. Os headbangers devem se unir em prol de manter o metal vivo, mas temos visto muita desunião, acreditamos que esse é um dos, senão o principal, pontos negativos. Mas claro, tem uma parcela da galera que comparece e curte os shows e compram o material das bandas underground. 

CHAMA DO METAL: Em meio a esta pandemia do vírus Covid-19, vimos também inúmeros shows e turnês sendo canceladas, acho que muita gente até se impressionou com o número de shows que estavam acontecendo no Brasil, mas não por eles acontecerem e sim
por estarem sendo cancelados. Vocês acreditam que após essa pandemia, os headbangers voltarão a dar o valor merecido aos eventos undergrounds?

Chromeskull: Eu acho muito difícil dos eventos voltarem a ser valorizados, vamos colher os frutos do Covid-19 por um bom tempo, então a partir de agora, enquanto as pessoas não se sentirem seguras, os eventos serão mais vazios. Mas apesar de tudo, essa quarentena deixa todo mundo desesperado pra sair de casa logo pra tomar umas 
cervejas com seus amigos e curtir um som, então essa é uma questão bem relativa.

CHAMA DO METAL: Fale um pouco dos projetos futuros do CHROMESKULL, o que podemos esperar neste ano de 2020?

Chromeskull: Cara estamos em fase de composição do nosso primeiro álbum e as músicas estão ficando muito boas, estamos curtindo muito as ideias que estamos tendo e aproveitando essa fase de quarentena pra pensar e planejar como serão os futuros shows 
e escrevendo novas músicas. Além disso, estamos com um novo vocalista na banda, que ainda é uma surpresa e não vamos anunciá-lo ainda, mas garanto que todos irão curtir 
essa nova fase do Chromeskull, as músicas estão mais trabalhadas, estamos criando com o coração e tambem usando inteligência na hora de criar riffs, linhas de baixo e viradas de bateria.

CHAMA DO METAL: Muito obrigado por esta entrevista, deixamos este espaço para as considerações
finais.

Chromeskull: Agradecemos toda a equipe do Chama do Metal pelo espaço disponibilizado e esperamos ver todos o mais breve possível, assim que todo esse cenário pandêmico acabe. Fiquem em casa! Valeu!

CHROMESKULL é
Kayke Lima – bateria
Doug Zukeran – baixo
Arthur Benitez – guitarra
Carlos Leonello – guitarra e vocal

Contato para assessoria de imprensa:

www.sanguefrioproducoes.com/contato 
Sites relacionados: 



terça-feira, 28 de janeiro de 2020

ENTREVISTA CRUCIFICATOR



HAIL! Antes de começar esta entrevista gostaria de agradecer o a banda pelo tempo cedido para este bate papo. Bem, vamos lá, fale um pouco mais sobre este atual momento do CRUCIFICATOR, e como estão os trabalhos para o novo álbum “Then Hatred Reborn At Dawn”?

Malignum: Bem, como sempre o atual momento do Crucificator é de muita luta e trabalho em busca de nossos objetivos relacionados a banda, sendo assim os trabalhos com o novo álbum continuam trabalhando intensamente.

Ainda sobre este novo álbum, o que os seguidores podem esperar do mesmo? E qual a previsão de lançamento?

Malignum: Aos apreciadores da arte da guerra bem como o verdadeiro Death Metal, podem esperar pôr um trabalho autêntico rápido e devastador voltado às nossas raízes e tendências atuais, com previsão de lançamento no final deste semestre.

Após este lançamento, a banda pretende embarcar para alguma turnê europeia? Este tipo de projeto está nos planos da banda?

Malignum: Em relação a turnês, isso é consequência e sempre estará em nossos planos, haja vista que toda banda que busca reconhecimento pelos seus trabalhos e esforços voltados a um objetivo sério, tem que estar focada também em tudo que lhe for pertinente.

E para divulgação, o CRUCIFICATOR pretende divulgar algum single antes do álbum completo? Ou quem sabe um videoclipe?

Malignum: O foco maior no momento é a finalização do álbum, posterior daremos continuidade a outros trabalhos, como EPS, singles e videoclipes.


Como vocês enxergam a cena do War Metal brasileira nos dias de hoje? Há outras bandas neste estilo vocês tem acompanhado?

Malignum: Como citei anteriormente, nosso maior foco no momento são nossos trabalhos, por isso não estamos acompanhado o cenário War BR, mas creio que por ser uma temática rica no contexto lírico e sonoro, as bandas que se propuserem a realizar esse tipo Front e forem realmente comprometidas com a causa, estarão no caminho certo.

Fale um pouco da atual formação, acreditam ser a mais consolidada?

Malignum: A atual formação conta com novos e antigos integrantes, costumamos dizer que uma vez CRUCIFICATOR sempre CRUCIFICATOR, por isso os verdadeiros sempre estarão ao nosso lado.

E para o restante de 2020, há algum outro projeto que gostaria de revelar aos nossos leitores?

Malignum: O fator surpresa sempre nos acompanha, então para o restante de 2020 provavelmente teremos novidades.

Mais uma vez, muito obrigado pela entrevista, deixamos este espaço para as considerações finais.

Malignum: Em tempo fica aqui os agradecimentos do Crucificator pela oportunidade da entrevista e estaremos sempre à disposição para assuntos pertinentes a banda.

CRUCIFICATOR é:
Malignum – Vocal  
Lord Stabber – Guitarra  
Alex Hategun – Guitarra  
Iron Cross – Baixo
John Hammer – Bateria

Contato para shows:
E-mail: warcaller@hotmail.com
WhatsApp/Telegram: (46) 98838-7204 – Sangue Frio Produções

Contato para assessoria de imprensa: www.sanguefrioproducoes.com/contato

quarta-feira, 11 de setembro de 2019

Entrevista Impiedoso


Hail! Saudações guerreiros, muito obrigado por esta entrevista. Vamos lá, falem um pouco sobre o atual momento da banda e atual formação. 

 Nahash - Saudações!! No momento estamos trabalhando em novas composições, porém afastados momentaneamente dos palcos devido a um problema de saúde de um dos integrantes. Creio que já posso também anunciar que voltaremos a tocar com uma segunda guitarra, com a entrada definitiva de Häageroth na horda. Ele já havia tocado em um show conosco em um evento em Tubarão-SC, em 2018, fazendo um ótimo trabalho.

“Reign In Darkness” é simplesmente uma obra prima, recebendo inúmeras críticas positivas no Brasil e também internacionalmente. Como foi trabalhar neste álbum, tanto na parte lírica, quanto na parte de composição?

Nahash - Agradeço os elogios!! A quantidade de críticas positivas realmente foi uma grata surpresa, e é uma honra saber que pudemos representar de forma honesta o Black Metal nacional. Este álbum foi sendo desenvolvido desde os anos 90, e lapidado até sua gravação. Tem músicas das demos e outras compostas um pouco mais recentemente. Ouvindo “Reign in Darkness”, você realmente pode sentir a essência do metal negro em suas raízes. Simplesmente porque ele pertence àquela época. E tivemos todo um cuidado para que fosse um álbum verdadeiramente “cru” e único. Houve uma grande dedicação ali em todos os aspectos, e gostamos muito do resultado final. 
  
O IMPIEDOSO é uma horda muito respeitada no cenário nacional, acreditam que já está na hora de apostar em uma turnê na Europa? 

Nahash - Acredito que não vá demorar para isso se concretizar. Já tivemos a oportunidade, porém compromissos de ordem pessoal nos impediram de fazer uma turnê europeia junto com o Vulcano. Mas não é nossa prioridade. Há uma quantidade gigante de apreciadores do metal negro por aqui, que gostaríamos de conhecer e blasfemar juntos em shows. 

  Com esta nova formação, quando os guerreiros do underground poderão esperar um novo álbum? 

Nahash - Gostaria muito de ainda poder dizer que isto aconteceria este ano, mas isso não será mais possível. Inúmeros problemas e compromissos de ordem pessoal se abateram sobre a banda este ano, e não teremos mais tempo hábil para agir com dedicação em gravações até dezembro. E jamais lançaremos algo que não nos agrade. Não estaríamos sendo honestos. Nem conosco, nem com quem aprecia nosso trabalho. Então, o próximo álbum deve ser lançado até a metade de 2020.

Aproveitando a pergunta anterior, como estão os trabalhos de composição para um vindouro material? 

Nahash - A grande mudança se dará na parte lírica. Será algo mais elaborado e sombrio. Nos aprofundaremos mais nas temáticas.
 
O que os fãs do IMPIEDOSO podem esperar deste álbum?

Nahash - “Reign in Darkness” contém muitas músicas que haviam sido divulgadas nas demos. Foram lapidadas para se encaixarem ali. Eram músicas que já tocávamos em shows. Então quem acompanhava nosso trabalho, sabia mais ou menos o que estava por vir. Este álbum vindouro será repleto de músicas inéditas, que nunca saíram dos estúdios. Então será uma grande surpresa para todos.

 


A banda passou por inúmeras formações, sempre mantendo sua originalidade, explique-nos, a que se deve este fator?

Nahash - Acredito que se deve ao fato dos integrantes que estão e que passaram por aqui serem pessoas que pensam da mesma forma. Não foram contratados, ou estão aqui apenas por suas qualidades como músicos. Somos amigos verdadeiros. São esses indivíduos que dizem: “é isso que eu quero fazer”. E o fazem com todas as forças. IMPIEDOSO jamais daria certo se tivéssemos ideais conflitantes. 

 Quais são as principais influências do IMPIEDOSO na hora de compor?

Nahash - Sempre tentamos nos abster de influências. Parece clichê dizer isso, mas realmente tentamos manter uma certa originalidade. Tudo que ouvimos até hoje, desde as primeiras bandas de metal até a chamada “segunda geração do Black Metal”, lá nos anos 90, nos moldou. Venom, Celtic Frost, Sarcófago, Vulcano, Dark Throne... Tudo isso fez e faz parte de nossas vidas. Mas não queremos que IMPIEDOSO seja igual a essa ou aquela banda. Tanto que ouvimos as músicas que compomos inúmeras vezes, só para ter certeza que, mesmo que involuntariamente, não estejamos copiando ou mesmo se assemelhando a alguma música das bandas que admiramos. 

Fale um pouco sobre os demais projetos futuros da banda. 

 Nahash - Pretendemos fazer uma turnê envolvendo todas as regiões do Brasil, ainda antes do lançamento do próximo álbum. Levar o “Reign in Darkness” pessoalmente para todos os cantos deste país. Adiamos demais isto. E também não temos nenhum material em vinil ainda. Então...
 
 Muito obrigado por essa entrevista, deixamos este espaço para as considerações finais. 

Nahash - Eu que agradeço o espaço cedido pela Chama do Metal. Assim como agradeço todo o apoio recebido dos metalheads para com o IMPIEDOSO em todo lugar que vamos. Espero blasfemarmos juntos em breve!! Hail!!!

 
IMPIEDOSO é:

Pestenegra – Vocais
Nahash – Baixo
Mortuum – Guitarra
Aldebaran – Bateria 



Contato para assessoria de imprensa: www.sanguefrioproducoes.com/contato

segunda-feira, 9 de setembro de 2019

Entrevista Imperious Malevolence



Hoje conversamos com – sem dúvidas nenhuma – um dos principais grupos do metal extremo sul-americano: o IMPERIOUS MALEVOLENCE. E para começar essa grande entrevista, gostaríamos que a banda apresentasse essa nova formação aos nossos leitores, e como está sendo retornar a um quarteto?

Fernando: Salveeeeeee, primeiramente quero dizer que é um grande prazer participar dessa entrevista para o “Chama do Metal” e saudações para todos os Headbangers e fãs da banda que estejam lendo essa entrevista. Quanto a formação atual da banda, contamos com o “Antonio Death”, baterista e membro fundador da banda que está na ativa ai à muito tempo sempre destruindo na bateria, eu “Fernando Grommtt” como vocalista e baixista do IM, Rodrigo Kiataque como guitarrista e backing vocal, que já é um amigo meu de longa data e está sempre destruindo na guitarra, inclusive já toquei com ele em alguns outros projetos anteriores, e Will Aguiar como guitarrista também, outro amigo meu de longa data, não tanto quanto o Rodrigo e não tínhamos tocado juntos ainda, mas sempre acompanhei sua extrema habilidade na guitarra que não poderíamos deixar passar em branco na banda. Após a decisão do Daniel Danmented de sair da banda em 2018, um cara que continua sendo um grande brother nosso e que segue em ativa no Axecuter, eu e o Antonio conversamos sobre a possibilidade de colocar dois guitarristas na banda novamente e achamos uma grande ideia, porque poderíamos trabalhar em composições com melodias distintas e poderíamos executa-las ao vivo sem problemas também, sem falar que o peso da banda ao vivo é ainda mais impactante.

Fale um pouco sobre este ótimo trabalho “Decades Of Death”. Como foi compor, gravar, produzir e lançar este álbum? Vocês acreditam que ele atingiu as expectativas geradas?

Fernando: Esse foi meu primeiro trabalho com o IM, então posso dizer que foi algo realmente espetacular trabalhar nele, como é um álbum comemorativo de mais de 20 anos da banda, por isso o título “Decades Of Death”, foi memorável poder gravar músicas dos 3 primeiros álbuns que são extremamente importantes para a carreira da banda já que sempre fui fã da mesma e ainda compor 4 músicas inéditas para incluir no álbum. Tivemos a ideia de compor uma segunda música na carreira da banda com letra inteiramente em português, essa chama-se “Perpetuação da Ignorância”, letra que fala realmente de pessoas estúpidas e medíocres que vivem fazendo cagada a vida inteira e continuam fazendo a mesma cagada. A “Ascending Holocaust” que é uma música ainda da época do Alexandre. A “Ominous Ritual”, uma composição minha que criei para utilizar como base de tema do nosso próximo álbum, que fala basicamente sobre um ritual para a invocação de um “ser” que traria o caos para o mundo. E “The Hellfire’s Cruelty”, que é basicamente um prelúdio do caos que irá acontecer nas letras do próximo álbum. Quanto a gravação, fizemos no “Fund’s House Studio” do Alysson Irala, grande irmão nosso, guitarrista fenomenal do “Sad Theory” e “Motorbastards”, que além de grande músico, também nos ajudou na produção do álbum. A arte do álbum ficou a cargo do Anderson LA do Natureza Morta que sempre trabalhou nas artes do IM desde o início da banda, por isso a arte é sempre impecável. Fizemos o lançamento do álbum pela “Sangue Frio Records” que é um trabalho da nossa produtora “Sangue Frio Produções”, grande Patrick que sempre nos ajuda. A distribuição ficou a cargo de vários selos no qual conseguimos fazer uma parceria excelente e só nos trouxe benefícios, facilitou em muito a distribuição pelo país do CD em formato físico e claro que também lançamos em formato digital em todas as plataformas digitais acessíveis. Foi um processo ao todo um tanto quanto demorado, mas valeu a pena trabalhar nele cada segundo, só recebemos elogios,  aprendemos ainda mais sobre todo o processo de um novo álbum, e como sempre ficamos com um gosto de que poderíamos ter feito ainda melhor o álbum, coisa que é normal em cada trabalho.

 
Vendo a repercussão da imprensa, vimos que “Decades Of Death” definitivamente emplacou dentre os melhores lançamentos de 2018. Vocês esperavam toda essa repercussão?

Fernando: Cara, como músico, eu sempre trabalho para que meu trabalho seja o melhor do mundo (risos), mas de verdade, sabia que seria bem aceito, mas não tanto assim como tem sido. Tivemos muito feedback positivo sobre as composições e por isso estamos voltando ainda mais energia nas composições do próximo álbum, que esperamos que seja ainda mais Brutal Death Metal. Mas realmente só temos a agradecer quanto a boa aceitação do público em relação as nossas músicas, isso é algo extremamente motivador.

Mesmo com um trabalho espetacular, o IMPERIOUS MALEVOLENCE optou por shows nacionais, indo na contramão das outras que visam sempre a Europa. Essa foi uma decisão interna da banda?

Fernando: Realmente foi uma decisão interna da banda realizar apenas shows nacionais até o momento, primeiramente porque a saída do Daniel teve impacto para a gente querendo ou não, porque teríamos que achar novos integrantes e fazer muitos ensaios antes de qualquer apresentação ao vivo, coisa que ficou ainda mais difícil de fazer porque até março desse ano (2019), eu ainda estava morando em São Paulo. Em 2017 me mudei por causa do meu trabalho e retornei em abril desse ano para Curitiba, porém todo o restante da banda estava em Curitiba. Mas ainda queremos fazer um tour pela Europa novamente, já que faz vários anos que não passamos por aquelas bandas. Isso é algo que estamos planejando com calma ainda.

Em meio ao lançamento e divulgação de “Decades Of Death”, a banda passou por sua mudança na formação, como foi esse processo?

Fernando: Então, como já falei anteriormente, o Daniel Danmented decidiu sair da banda para seguir com seus outros projetos, mas foi tudo muito bem conversado e apoiamos a decisão dele, sempre foi nosso amigo e jamais deixara de ser. Realmente aprendi muito com ele desde que entrei na banda em 2015 e tenho uma grande consideração por ele. Após isso eu e o Antonio pensamos em algumas possibilidades de guitarristas que se ajustariam bem na banda e fizemos alguns testes, o que resultou na entrada do Rodrigo Kiataque como guitarrista e backing vocal e Will Aguiar como guitarrista, dois caras extremamente hábeis e que já conheço de longa data.

Como estão os trabalhos para um novo álbum? E o que podemos esperar dele?

Fernando: Estamos trabalhando muito e estamos realmente ansiosos para fechar um novo álbum, porque nessas novas composições estamos explorando muito o lado de ter dois guitarristas na banda, ainda mais que os dois demonstram bastante técnica e curtem muito Death Metal. Eu e o Antonio moldamos perfeitamente a música com uma sonoridade brutal e as vezes até um tanto quanto frenética. O que podemos dizer que o próximo álbum com certeza terá uma identidade em que vamos explorar o trabalho de duas guitarras na banda como algo memorável e realmente “Death Metal”.

Com este novo álbum, os fãs europeus do IMPERIOUS MALEVOLENCE podem finalmente comemorar uma passagem da banda por lá?

Fernando: Com certeza, estamos planejando nossa próxima ida com calma, mas com a certeza de que iremos. Até lá ainda teremos músicas inéditas para serem executadas ao vivo enquanto o lançamento do próximo álbum não ocorrer, mas que farão parte do mesmo com certeza. Estamos planejando a ida para 2020 ou no mais tardar em 2021, período entre julho ou agosto que é o momento em que acontecem muitos festivais na Europa.


 Muito obrigado por essa entrevista, deixamos esse espaço para as considerações finais.

Fernando: Agradeço novamente a “Chama do Metal” por esse espaço, foi um grande prazer. Agradeço sinceramente a todos os nossos fãs e a todos que nos acompanham em todos esses anos. É pelo apoio de todos que continuamos firmes e fortes fazendo Death Metal, que sempre foi e sempre será nossa base. 

Acompanhem as novidades sobre a banda no Facebook, Instagram e nas demais plataformas digitais e entrem em contato para adquirir materiais, agendar shows ou trocar uma ideia! STAY IN MALEVOLENCE!!!


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