quarta-feira, 22 de abril de 2020

DEEP MEMORIES: Entrevista Exclusiva


A banda entrevistada de hoje é um dos principais ‘one-man-band’ da atualidade. Trata-se da paulista Deep Memories, formada por Douglas Martins e executando um Death/Doom Metal de extrema qualidade. Confira:

Como se deu início a trajetória musical do Deep Memories?

Douglas Martins: Mesmo após ter deixado o Desdominus em 2005 não parei de tocar, meu principal instrumento é a guitarra então todas as vezes que praticava acabava saindo algum riff ou ideia boa. Ao longo do tempo comecei a registra-las com meu celular, quando percebi no final de 2015 tinha muita coisa gravada. Sempre tive a intenção de registrar minhas próprias músicas tocando todos os instrumentos. Já tinha uma certa habilidade com processos de gravação e assim iniciei a registrar todo material em 2016 foi quando surgiu a ideia de um projeto que foi tomando forma até se tornar o Deep Memories.

Deep Memories é uma one-man-band que busca fugir de rótulos e traz em sua essência um som único. Qual a temática de seu trabalho? Quais são suas influências?

Douglas Martins: A temática do Deep Memories acabou vindo após concluir a composição e gravação de todas músicas. A sonoridade e sentimento que as músicas expõem para mim, sem dúvidas, vem em primeiro lugar. Inicialmente pretendia fazer um projeto instrumental, assim como o If These Threes Could Talk, mas acabei sendo convencido pelo Wilton da Heavy Metal Rock em adicionar os vocais. Ideologicamente falando, tinha a certeza de que não ergueria nenhuma bandeira, seja defendendo ou atacando o que quer que seja. Tenho buscado a prática da valorização e respeito ao indivíduo seja ele como for, entendendo sua progressão evolutiva e que cada um “deve” ser, no mínimo, compreendido. Indo por este caminho, escrevi sobre alguns episódios marcantes de minha vida como momentos de grande tristeza, frustação e descontrole. Também acabei criando uma história narrada nas cinco primeiras músicas do álbum, que relata a vida post mortem de uma pessoa e ficou muito interessante, pois a ambientação da música é complementada pela letra.
As influencias musicais são bem abrangentes, vai desde prog rock até o extremo black metal. A sonoridade do Deep Memories é bem alicerçada no metal dos anos 90, mas muitas bandas me influenciam como Dark Tranquillity, Pink Floyd, Amorphis, Dream Theater, In Flames, Nevermore, Anathema, Iron Maiden, Lacuna Coil, My Dying Bride, Within Temptation, Black Sabbath, Theatre of Tragedy, Ozzy Osbourne, At the Gates, Dimmu Borgir e Bathory.

Conte-nos sobre ser one-man-band como descreve a sua forma de tocar?

Douglas Martins: Difícil esta pergunta, nunca havia pensado sobre minha forma de tocar. Poderia dizer que está centrada em conseguir com que minha expressão musical e composições transmitam um sentimento, que não sejam apenas notas soltas ou executadas rapidamente. Que sejam uma ambientação que te impacte de alguma maneira, com todos elementos interligados. 

Como foi o processo de composição das músicas do álbum “Rebuilding The Future”, como foi esse trabalho?

Douglas Martins: Ao longo destes anos envolvidos com bandas, sempre compus em duas ou mais pessoas pois normalmente as ideias surgem das guitarras. Com o Deep Memories experimentei um novo jeito de compor. Quando resolvi revisitar os trechos e riffs gravados um turbilhão de ideias surgiram conforme reaprendia as melodias, e fui registrando isso, depois organizei e combinei os trechos e formei as canções. Nem de longe imaginei o trabalho que daria fazer um álbum desde as composições, gravação, mixagem e masterização, mas valeu muito a pena.

Onde podemos encontrá-lo para ouvir online e para adquirir?

Douglas Martins: O álbum “Rebuilding the Future” está disponível em todas as plataformas digitais como YouTube, Spotify, Deezer, Itunes... Só dar um Google.
Também foi lançado em CD simultaneamente no Brasil pelos selos Heavy Metal Rock Records de Americana/SP e Misanthropic Records de Brasilia/DF, na Rússia pelo selo GS Productions e no Japão pela Invasion of Solitude Records.
Recentemente este álbum foi relançado em vinil pelos selos Neves Records e Heavy Metal Rock Records nas cores preta e azul, com capa exclusiva.
Para adquirir os álbuns, camisetas e demais acessórios, acessar  HYPERLINK 



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Ouça gratuitamente nas principais plataformas de streaming:

Dentre as faixas do álbum, alguma tem significado especial para você? Por quê?

Douglas Martins: A “Explicit Way to Relieve Pain”. O riff principal desta música foi composta a mais de 15 anos e ouvir no que se transformou foi incrível. A letra também retrata um momento bem crítico da minha vida, onde extravasar ódio dos acontecimentos me levaram à uma rotina autodestrutiva que custou voltar ao normal.

Qual a maior dificuldade em ter uma ‘one-man-band’ nos dias de hoje?

Douglas Martins: Parece obvio, mas a maior dificuldade de uma ‘one-man-band’ é fazer tudo sozinho, contatos, pacotes para correio, preparação de material divulgação, responder entrevistas, manter o site e as redes sociais atualizadas isso tudo dá um trabalho grande. Hoje conto com a Sangue Frio Produções para me apoiar com a parte de mídia, mais ainda assim conciliar trabalho, família e banda não é uma tarefa fácil. Consegui me adaptar ao longo dos anos, mas no começo foi muito complicado.

O que você acha que pode ser mudado, no geral, para que o Metal nacional tenha mais espaço?

Douglas Martins: Cara, sinceramente não sei, talvez nossa educação. Falo de escola mesmo, reestruturar o método de ensino onde a música seja incluída no currículo mínimo da formação intelectual, seguindo exemplo dos países desenvolvidos. Com isso toda população receberia um alicerce sobre a relevância da arte musical, que passaria a suportar os artistas entendendo a importância da pluralidade e da diversidade musical (fora do eixo ultra enraizado pagode-sertanejo-funk-axé). 
Esta nova educação geraria cidadãos não lobotomizados pela grande mídia, flutuando entre “novos fenômenos” como Anitas e Marilias Mendonça... 
Uma cultura musical sólida e diversa nasceria a partir daí, com locais para apresentação e valorização da cultura artística musicalizada. Enfim, teríamos que reestruturar nossa sociedade para termos um progresso cultural, sem isso, não vejo possibilidade de grandes mudanças... 

Você acha que a internet também ajuda a formar mais público para as bandas?
Como você vê a importância desse recurso dentro do cenário atual?

Douglas Martins: Na verdade, não consigo mais enxergar a música sem a internet! Ambas estão totalmente ligadas hoje em dia. Neste momento de pandemia que estamos passando o recurso da internet se transformou em uma ferramenta ainda mais potente. Muitas organizações ligadas a cultura musical estão passando por uma situação calamitosa. A internet tem sido o meio onde através de soluções inovadoras estas organizações (bandas, revistas, lojas e sites) tem conseguido extrair um suspiro de esperança.

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Conte-nos, quais são os projetos futuros da banda?

Douglas Martins: Neste momento estou no meio do processo de gravação do segundo álbum do Deep Memories, boa parte do material já está gravada. Se tudo correr bem, até o final de 2020 concluo.

Agradecemos imensamente a atenção dedicada e deixa aqui um espaço para as considerações finais da banda, se assim desejar.

Douglas Martins: Eu que agradeço o espaço cedido! Caso queiram conhecer mais sobre o Deep Memories acesse nosso site  HYPERLINK

http://www.deepmemories.com.br

www.deepmemories.com.br

ou os perfis no Instagram, Facebook e Bandcamp. Valeu!

DEEP MEMORIES é: 
Douglas Martins – Todos os instrumentos

Contato para assessoria de imprensa:  HYPERLINK

http://www.sanguefrioproducoes.com


quarta-feira, 15 de abril de 2020

CHROMESKULL: Entrevista Exclusiva


CHAMA DO METAL: Olá tudo bem? Gostaríamos de começar este bate-papo agradecendo o CHROMESKULL pelo tempo cedido, é um prazer conversar com vocês. Bem, vamos lá: Conte para nossos leitores, um pouco mais da história da banda e apresente a sua formação atual.


Chromeskull: E aí galera, como estão? Bom, a gente iniciou aa atividades em 2017 como um trio e seguíamos uma linha mais Speed Metal, e dessa formação saiu o EP “Deads Shall Rise”. Em julho de 2019, acrescentamos mais um guitarrista na banda e desde então estamos com essa formação, e como produto dessa formação gravamos o single Screams In The Night. Então atualmente nossa banda conta com o Kayke Lima (bateria), Doug Zukeran (baixo), Arthur Benitez (guitarra) e Carlos Leonello (guitarra e vocal).


CHAMA DO METAL: Comente um pouco sobre este atual trabalho, “Screams In The Night”, como foi trabalhar em sua composição, gravação e como tem sido a recepção do público sobre ele?

Chromeskull: Na realidade, foi um processo bem divertido, curtimos todos os segundos dentro do estúdio gravando esse single. Tirei como inspiração as experiências que tive
curtindo a noite num evento de Heavy Metal em São Paulo, então são músicas que transmitem bem como é a cena paulista. Gravamos dois sons em um único dia, todos os instrumentos e a voz, apesar de ter sido cansativo, foi uma experiência sensacional.

Ouça:



Encontre nas demais plataformas digitais:


Deezer:






CHAMA DO METAL: Vimos na imprensa diversas críticas positivas sobre o single, vocês acreditam que ele atingiu as expectativas?

Chromeskull: Na verdade sim, estamos satisfeitos com o resultado atingido, porém sabemos onde melhorar e como melhorar. Com esse single, estamos começando a explorar nossa identidade e isso é bem evidente entre o nosso primeiro trabalho e o mais
recente. Mas continuamos buscando nosso som e compondo bastante.


CHAMA DO METAL: Como a banda enxerga o cenário do Metal brasileiro na atualidade e quais seus principais pontos positivos e negativos?

Chromeskull: O cenário do metal no Brasil ainda é um pouco fechado, tem uma quantidade absurda de headbangers “conservadores” (nesse caso, conservador no sentido de não olhar para as bandas novas) e isso atrapalha um pouco a visibiĺidade das 
bandas em geral, então isso se torna um problema quando o assunto é comparecer a shows ou adquirir os materias das bandas que estão ativas. Os headbangers devem se unir em prol de manter o metal vivo, mas temos visto muita desunião, acreditamos que esse é um dos, senão o principal, pontos negativos. Mas claro, tem uma parcela da galera que comparece e curte os shows e compram o material das bandas underground. 

CHAMA DO METAL: Em meio a esta pandemia do vírus Covid-19, vimos também inúmeros shows e turnês sendo canceladas, acho que muita gente até se impressionou com o número de shows que estavam acontecendo no Brasil, mas não por eles acontecerem e sim
por estarem sendo cancelados. Vocês acreditam que após essa pandemia, os headbangers voltarão a dar o valor merecido aos eventos undergrounds?

Chromeskull: Eu acho muito difícil dos eventos voltarem a ser valorizados, vamos colher os frutos do Covid-19 por um bom tempo, então a partir de agora, enquanto as pessoas não se sentirem seguras, os eventos serão mais vazios. Mas apesar de tudo, essa quarentena deixa todo mundo desesperado pra sair de casa logo pra tomar umas 
cervejas com seus amigos e curtir um som, então essa é uma questão bem relativa.

CHAMA DO METAL: Fale um pouco dos projetos futuros do CHROMESKULL, o que podemos esperar neste ano de 2020?

Chromeskull: Cara estamos em fase de composição do nosso primeiro álbum e as músicas estão ficando muito boas, estamos curtindo muito as ideias que estamos tendo e aproveitando essa fase de quarentena pra pensar e planejar como serão os futuros shows 
e escrevendo novas músicas. Além disso, estamos com um novo vocalista na banda, que ainda é uma surpresa e não vamos anunciá-lo ainda, mas garanto que todos irão curtir 
essa nova fase do Chromeskull, as músicas estão mais trabalhadas, estamos criando com o coração e tambem usando inteligência na hora de criar riffs, linhas de baixo e viradas de bateria.

CHAMA DO METAL: Muito obrigado por esta entrevista, deixamos este espaço para as considerações
finais.

Chromeskull: Agradecemos toda a equipe do Chama do Metal pelo espaço disponibilizado e esperamos ver todos o mais breve possível, assim que todo esse cenário pandêmico acabe. Fiquem em casa! Valeu!

CHROMESKULL é
Kayke Lima – bateria
Doug Zukeran – baixo
Arthur Benitez – guitarra
Carlos Leonello – guitarra e vocal

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www.sanguefrioproducoes.com/contato 
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segunda-feira, 2 de março de 2020

Absu: Anuncia Término!


Após três décadas de blasfêmia, vocalista, baterista e mentor da banda Absu "Proscriptor" anunciou o encerramento das atividades, através das redes sociais.

# NOTA OFICIAL Clicar aqui #

"Após deliberação escassa e remorso zero, decidi dissolver o ABSU após três décadas de existência. Coletiva e universalmente falando, essa decisão é finita devido a circunstâncias insolúveis, o que levou a esse resultado final. Nenhuma quantidade de tempo, esforço, fórmula ou moda pode alterar meu veredicto."

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2020

HÉIA: Confirmada em miniturnê com shows no Paraná, Santa Catarina e São Paulo em março, veja!


Trabalhando pesado em seu novo álbum, a HÉIA já está de malas prontas para viajar para o Sul e Sudeste do Brasil em março onde fará três grandes celebrações.

Isso mesmo, os goianos estarão no próximo dia 06/03/2020 na cidade de Paranaguá/PR, onde iniciarão sua miniturnê ao lado das bandas Kulto Maldito (Bolívia), Carnifraz e Slammer no ‘From Beyond The Grave Fest’, confira:


No dia seguinte (07/03), o grupo pega a estrada novamente e desembarca em Pomerode/SC, local que sediará a sexta edição do ‘Deathkult Warfest’, e dividirão palco com nomes como Grave Desecrator, Verthebral (Paraguai), Offal, Totemtabu e muito mais, veja:


E para encerrar, a HÉIA viaja até São Paulo para, no domingo (08/03) destilar seu mais puro Black Metal no ‘Celebração dos Guerreiros Profanos II’, juntamente com Neshamah, GomorraA e Mávra, confira o cartaz:


domingo, 9 de fevereiro de 2020

Lançamento Sangre - Technological Destination(2020)


A conceituadíssima banda brasileira de Thrash/Death Metal Sangre disponibilizou hoje(09.02)  para audição na íntegra e nas principais plataformas digitais o seu mais novo álbum. Produzido por Friggi Mad Beats, que chega para abalar todas as estruturas do metal nacional. 



"Technological Destination"  é o segundo trabalho da banda, recheado de muito peso e técnica deixando a já conhecida demolição sonora da banda ainda mais brutal.  


Confiram!




Membros da banda:
Ian Arcas - Vocal
Piu Loko - Guitarra
Rodrigo Penna - Baixo
 
* Friggi Mad Beats(Bateria/Estúdio) 
*Participação especial na gravação da bateria no álbum Technological Destination.
 
 
Mais Informações: 
 
Contato:

sábado, 8 de fevereiro de 2020

MGLA Primeira Vez Em Solo Brasileiro


MGLA banda de Black Metal polonesa vai desembarcar na América do Sul, e precisamente no Brasil, em São Paulo, no dia 06 de março de 2020:

Formada em 2000 pelo guitarrista e vocalista “M”, que se tornou sem sombras de dúvidas uma das mais importantes bandas do gênero Black Metal, criando algo melódico e ao mesmo tempo sombrio e com composições densas e complexas, fazendo que cada música do MGLA seja uma atmosfera única.

Os poloneses contam com 10 trabalhos entre EPs e 4 álbuns de estúdio com destaque ao “Groza” (2008) e o mais emblemático do cenário nas últimas décadas “Exercises In Futility” (2015)...Trabalho que colocou a banda no mais alto nível desse obscuro gênero musical.
 
Mgla recentemente lançou o quarto álbum de estúdio intitulado “Age Of Excuse” , trabalho superior que vem recebendo as melhores reações possíveis.


06 de Março de 2020 (Sexta-feira)
Abertura: 19:00
Início: 21:00

Local: Vic Club
Endereço: Rua Marquês de Itu, 284 - Vila Buarque - São Paulo, SP

Classificação etária: +18

Ingressos:
2º Lote - Pista - Meia Entrada: R$ 120,00
2º Lote - Pista - Promocional:  R$ 120,00

Venda on-line:https://www.clubedoingresso.com/evento/mgla-vicclub-06-03-2020

terça-feira, 28 de janeiro de 2020

ENTREVISTA CRUCIFICATOR



HAIL! Antes de começar esta entrevista gostaria de agradecer o a banda pelo tempo cedido para este bate papo. Bem, vamos lá, fale um pouco mais sobre este atual momento do CRUCIFICATOR, e como estão os trabalhos para o novo álbum “Then Hatred Reborn At Dawn”?

Malignum: Bem, como sempre o atual momento do Crucificator é de muita luta e trabalho em busca de nossos objetivos relacionados a banda, sendo assim os trabalhos com o novo álbum continuam trabalhando intensamente.

Ainda sobre este novo álbum, o que os seguidores podem esperar do mesmo? E qual a previsão de lançamento?

Malignum: Aos apreciadores da arte da guerra bem como o verdadeiro Death Metal, podem esperar pôr um trabalho autêntico rápido e devastador voltado às nossas raízes e tendências atuais, com previsão de lançamento no final deste semestre.

Após este lançamento, a banda pretende embarcar para alguma turnê europeia? Este tipo de projeto está nos planos da banda?

Malignum: Em relação a turnês, isso é consequência e sempre estará em nossos planos, haja vista que toda banda que busca reconhecimento pelos seus trabalhos e esforços voltados a um objetivo sério, tem que estar focada também em tudo que lhe for pertinente.

E para divulgação, o CRUCIFICATOR pretende divulgar algum single antes do álbum completo? Ou quem sabe um videoclipe?

Malignum: O foco maior no momento é a finalização do álbum, posterior daremos continuidade a outros trabalhos, como EPS, singles e videoclipes.


Como vocês enxergam a cena do War Metal brasileira nos dias de hoje? Há outras bandas neste estilo vocês tem acompanhado?

Malignum: Como citei anteriormente, nosso maior foco no momento são nossos trabalhos, por isso não estamos acompanhado o cenário War BR, mas creio que por ser uma temática rica no contexto lírico e sonoro, as bandas que se propuserem a realizar esse tipo Front e forem realmente comprometidas com a causa, estarão no caminho certo.

Fale um pouco da atual formação, acreditam ser a mais consolidada?

Malignum: A atual formação conta com novos e antigos integrantes, costumamos dizer que uma vez CRUCIFICATOR sempre CRUCIFICATOR, por isso os verdadeiros sempre estarão ao nosso lado.

E para o restante de 2020, há algum outro projeto que gostaria de revelar aos nossos leitores?

Malignum: O fator surpresa sempre nos acompanha, então para o restante de 2020 provavelmente teremos novidades.

Mais uma vez, muito obrigado pela entrevista, deixamos este espaço para as considerações finais.

Malignum: Em tempo fica aqui os agradecimentos do Crucificator pela oportunidade da entrevista e estaremos sempre à disposição para assuntos pertinentes a banda.

CRUCIFICATOR é:
Malignum – Vocal  
Lord Stabber – Guitarra  
Alex Hategun – Guitarra  
Iron Cross – Baixo
John Hammer – Bateria

Contato para shows:
E-mail: warcaller@hotmail.com
WhatsApp/Telegram: (46) 98838-7204 – Sangue Frio Produções

Contato para assessoria de imprensa: www.sanguefrioproducoes.com/contato

terça-feira, 19 de novembro de 2019

CHROMESKULL: Ouça agora o novo single “Screams In The Night”


Os paulistas do CHROMESKULL estão finalizando 2019 com tudo! Após um início avassalador com o lançamento do EP “Deads Shall Rise”, a banda fecha o ano divulgando o single “Screams In The Night”.

Com duas faixas inéditas, que apresentam de forma oficial a nova formação, o novo trabalho traz ao público também uma nova sonoridade, ainda mais rápida e trabalhada, podendo ser encontrado nas principais plataformas de streaming e download do mundo, ouça agora:


Google Play Music: http://bit.ly/334zKZH


Tracklist:
1 – Screams In The Night
2 – Living Fast, Die Young
Em paralelo, o CHROMESKULL já inicia o processo de fechamento de datas para shows em suporte a divulgação de “Screams In The Night”. Produtores interessados em leva-los para seus respectivos eventos – em 2019 e 2020 – entrem em contato pelo e-mail chromeskull@outlook.com.br ou diretamente no WhatsApp/Telegram em (46) 98838-7204.

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terça-feira, 12 de novembro de 2019

Resenha Maeskyyrn - Interlude (2019)



Saudações bangers, hoje com prazer apresentamos Maeskyyrn, banda canadense de Black Metal, formada em 2017, iniciando suas atividades no período de 2018 com lançamento da demo “Thoughts Of Shattered Dreams”, e neste ano de 2019 com seu primeiro álbum de estúdio, “Interlude”.

Em Interlude, temos um tradicional Black Metal aos moldes das ondas da cena norueguesa, com guitarras chorosas e carregadas de atmosfera, executadas por Saemyaza (guitarra solo) e Noctis (guitarra base), uma bateria com velocidade mais contida e regulada, desempenhada por Mehrunes e um baixo que acompanha a cozinha da banda por parte de Nemetona. Vocais bastante “rasgados” e em alguns momentos intercalando com gritos e guturais graves, reforçando a agressividade da banda.

No álbum, é possível apreciar longas composições de sete a nove minutos, com atmosferas bastante melancólicas e contemplativas e bastante ênfase em melodias introdutórias, como na “These Battlefields, Where None Walk Twice”, onde a sonoridade dos acordes se tornam extremamente envolventes, dando espaço para as duas guitarras agindo em conjunto, com Saemyaza executando o solo que dá o tom da faixa. Momentos de explosão podem ser ouvidos na “The Slow Death of the Years And Other Omens” que inicia com blast beats em sua introdução e riffs destruidores de guitarra, mas nunca perdendo os elementos melancólicos presentes em cada faixa, além das cadências de velocidade. 

 
No intervalo de cada faixa, está uma introdutória denominada “Interlude”, evidenciando as influências de Atmospheric Black Metal, com sons de sintetizador para aumentar a imersão musical. Interlude se trata de um tradicional Black Metal, muito próximo sonoramente de bandas que utilizam de elementos mais melancólicos em seus sons, em alguns pontos se assemelhando até mesmo com Darkthrone. No álbum, Maeskyyrn deixa claramente a proposta musical, sendo um excelente trabalho e recomendação para fãs da velha cena do Black Metal, Atmospheric Black e mais variedades do gênero.


 Banda:
Lead guitar: Saemyaza
Rythm guitar: Noctis
Lyrics & Vocals: Harslingoth
Drums: Mehrunes

Contato:
 
Mais Informações:




Autor da Resenha: Eduardo Ronconi