sexta-feira, 20 de julho de 2018

Resenha Powerwolf - Blessed & Possessed




Lançado em 2015, trazendo um sombrio e quase orquestral Power Metal direto da Alemanha, Powerwolf dá um digna aula com seu sexto álbum, carregado de corais e os teclados de Falk Maria Schlegel, que soam com órgãos típicos de igrejas, os potentes e furiosos vocais rasgados de Attila Dorn. Seguindo a linha de bandas de Power que flertam mais com o peso e guitarra mais destacadas, diferindo-se do padrão que dá mais ênfase aos vocais, e com uma pegada em seu riffs mais próxima do Heavy Metal, Blessed & Possessed inicia demonstrando sua proposta, com a primeira faixa que carrega o título do álbum, entrando com corais, o caraterístico som de órgão e sinos ao fundo, característica da banda e que irá se repetir nas próximas faixas. A terceira faixa “Army of The Night”, possui uma bateria mais cadenciada, com menos ênfase em pedais duplos, com refrãos dignos de colar na cabeça, tendo direito até sons orquestrados após os solos de guitarra. Porém, cadencia por cadencia, pode ser ouvida na quinta faixa, “We Are The Wild”, com uma pegada mais calcada no Heavy Metal clássico oitentista, de forma a dar início com um riffs característicos e harmônicos. Em questão de velocidade, as faixas seis e dez, “Higher Than Heaven” e “All You Can Bleed”, abusam dos pedais, especialmente a seis, introduzindo breakdows e riffs abafados perfeitamente encaixados com a bateria, trazendo uma característica mais próxima de suas raízes no Power.
 
 
Encerrando o álbum, a faixa onze, “Let There Be Night”, com sete minutos e vinte segundos de duração, a faixa mais longa e talvez até a mais lenta do álbum, que inicia com cantos quase gregorianos de Attila, dando um excelente contraste, como uma provável sátira a Igreja Católica (visto com mais ênfase nos clipes da banda), e encerrando a música com sons de chuva e sinos. Blessed & Possessed dispensa muitos comentários a respeito de suas faixas por trazerem o mesmo elemento em todas elas, porém, isto não se trata de um critério negativo, havendo vários destaques em sua sonoridade que difere a banda em seu senário, sem comentar da fabulosa arte da capa, como sempre, trazendo elementos da igreja e satirizando-os com lobos, como visto em seu álbuns anteriores.
 
  
Formação:
Attila Dorn – Vocals
Matthew Greywolf – Guitar
Charles Greywolf – Guitar
Falk Maria Schlegel – Organ
Roel van Helden - Drums
 
 
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Autor da Resenha: Eduardo Ronconi
 
 

segunda-feira, 16 de julho de 2018

Resenha Centinex - World Declension


 
 Direto da Suécia, formada em 1990 e com oito álbuns na bagagem, Centinex integra a grande horda do Death Metal Sueco, seguindo na linha de bandas como Bloodbath, Grave, Demonical, Entombed, etc. com as tradicionais linhas de guitarras sujas e fortemente distorcidas com melodias sombrias que acabam por caracterizar pelo menos uma grande maioria de bandas do gênero originárias do país. Lançado em 2005, World Declension é o sétimo álbum da banda, apresentando um sonoridade agressiva e fulminante, contrastando com a pegada mais “melódica” experimentada em alguns trabalhos anteriores. Direto ao ponto com vocais que alternam entre os guturais graves e rasgados, a primeira faixa intitulada “Victorious Dawn Rising” apresenta bem a proposta do álbum, iniciando de forma explosiva e acelerada com blast beats e uma cadenciada na velocidade antes do refrão acompanhado de breakdowns e o nome da música sendo pronunciado de forma quase enraivecida. A cadencia na velocidade seguidas de breakdowns se torna uma característica notável também na terceira faixa “The Destroyer”, que ao introduzir alguns riffs melódicos no fundo, em nada atrapalham na proposta furiosa do álbum. Algumas pegadas melódicas acabam por contribuir mais para que algumas músicas soem com um ar mais sombrio, como apresentado no início da quarta faixa denominada “As Legions Come”, que logo alterna para a porrada, com a bateria sendo espancada sem dó nem piedade, e um veloz refrão devido aos intensos pedais duplos, estourando. Na sexta faixa, “Synthetic Sin Zero”, vemos a formula da pitada melódica se repetir e logo dar espaço para uma pegada mais Groove, sendo a presença constante dos vocais rasgados e um refrão digno, por mais engraçado que pareça, de ficar na cabeça mesmo nas próximas faixas do álbum. As faixas sete e oito, “Flesh Is Fragile” e “Wretched Cut”, despejam velocidade sem descaço, especialmente a faixa oito, que por sua semelhança, prepara o ouvinte para o granfinale do álbum, a nona faixa chamada “Deconstruction Macabre” que encerra o álbum com uma introdução de uma marcha junto as guitarras, para então culminar em uma típica cadencia de velocidade que antecede um refrão furioso onde se pronuncia o nome da música em coros demoníacos acompanhados de blast beats e guitarras que lembram “serras elétricas”, podendo seguramente afirmar que se trata da faixa mais pesada do álbum, e dando um gosto de quero mais.
 

Ressaltando novamente, para os grandes fãs do Death Metal Sueco que provavelmente já repararam, tais características como os riffs melódicos em algumas partes e guitarras com um soar sujo distorcido que parece dar um aspecto mais pesado, e um “prato cheio” para qualquer apreciador do gênero, especialmente de bandas desta região.
 
  
Formação:
TBA - vocals
Sverker Widgren - guitars
Martin Schulman - bass
Kennet Englund - drums
 
 Contato:
 
 Mais Informações: 


Autor da Resenha: Eduardo Ronconi

segunda-feira, 9 de julho de 2018

Resenha Arrant Saudade - The Peace Of Solitude

 
Formada no ano de 2015, Arrant Saudade (Funeral Doom Metal) é uma banda digna de respeito, não apenas pelas músicas, até por que seus integrantes têm uma grande representatividade no mundo do Doom Metal (como veremos no caso de Juan Escobar mais a frente). Também pelo fato de que "The Peace Of Solitude", sendo o primeiro Full-Lenght da banda e, com cinco músicas, mostra-se um álbum inexplicável, positivamente falando. Arrant Saudade , oriunda de Londres, capital da Inglaterra, é uma banda fundada por um trio: Juan Escobar (este responsável, possivelmente, pelas composições e mixagens do contrabaixo; bateria; teclado e backing vocal) – ex-Nibdem, ex-Subtenebras, ex-Lapsus Dei, ex-Aseidad (banda chilena de Doom Death Metal – sim, o cara saiu do Chile e foi para a Inglaterra contribuir para a formação de mais uma banda extremamente boa!), ex-Mar de Grises, ex-Nefastus Abbatia, ex-BitchBoys, ex-Defectoscura, ex-Delonelyman, ex-Fosa Comvn, ex-Golem; Riccardo Veronese, na guitarra e, Hangsvart, no vocal. É de admirar que, em pleno ano de fundação, a banda tenha lançado um álbum muito bem trabalhado. A primeira faixa do álbum – "Only the dead" – tem um início suave com o teclado, dando as boas vindas ao ouvinte. Incorpora toda uma melancolia avassaladora, até o momento em que a tristeza toma conta do ambiente. Com arranjos melancólicos de teclado e um "grunhido" horrendo de Hangsvart (creio eu). "Feel like your shadow" – segunda faixa – é uma canção mais direta. Com um início onde uma das guitarras tende a caprichar na desenvoltura do som acústico; enquanto que a "outra" larga todo o peso "sujo" para a concretização da de uma sonoridade "morta" (carinhosamente falando) junto ao vocal. Dando um ar a mais de melancolia. Observamos e sentimos a lentidão minimamente diferenciada com relação à primeira música. Sendo assim, todo o trabalho-base da música fica à serviço das guitarras junto com o contrabaixo e bateria, envolvendo o ouvinte cada vez mais na canção. Um detalhe relevante é do meio para o final da canção, onde Juan Escobar (sendo o Backing vocal) contribui veemente bem para a canção com sua voz limpa e triste. E assim esta música se encerra. A terceira faixa carrega o nome do álbum consigo. Desta maneira, podemos levar em consideração de que é a canção que carrega um peso maior, em questão de responsabilidade pois, de certa maneira, está a honrar o nome do trabalho em questão (do álbum no caso). O vocal citado na música anterior continua tendo sua relevância, junto à cordialidade entre guitarra acústica e contrabaixo que, no início tem um timbre completamente calmo e limpo, quando de repente se carrega de distorção, contribuindo para um maior peso junto à guitarra, que logo também entra com um peso significativo. Um outro diferencial no meio da canção é a aparição de um coral feminino que enriquece ainda mais a virtude musical da canção e do trio. Na passagem seguinte, o coral tem uma miscigenação de gênero acompanhado de uma leve sinfonia ao fundo. Neste momento pode-se perceber a progressividade desta canção acompanhado com a leveza do vocal de Juan Escobar, em sintonia com os corais. 
 
"Drifting reality" tem um começo um tanto melódico. Esta canção resume, de maneira minuciosa, todas as músicas até o momento descritas: lentidão junto com um coral apocalíptico ao fundo; guitarras e contrabaixo de certa maneira cadenciadas, dando uma abertura para a relevância da bateria (esta por sua vez muito importante em todas as músicas devido à boa mixagem). Para terminar, o álbum fecha seu ciclo com a canção "No dream left in me", onde a cadência musical é menor do que as outras canções – percebe-se pela participação quase que constante do pedal duplo da bateria sendo usado. É nesta música onde as sinfonias têm seu auge: mas não só as sinfonias contribuem, uma vez que os corais de fundo dão um ar de morticínio. E pessoalmente falando, a última faixa é a que mais me chama atenção devido à sua complexidade e à uma bateria mais agressiva e bem trabalhada (isso no sétimo minuto da canção).
 
 
Vale ressaltar um diferencial muito importante: é nítido a importância do contrabaixo em boa parte das músicas deste álbum – percebe-se a potência de distorção imposta por Juan Escobar para com o peso de seu instrumento agregando mais "peso" e completude para com as músicas. Mas o interessante é que a composição do baixo vai muito além do paradoxo acerca da distorção, sendo assim, logo, entendemos que a rítmica musical tem sua importância com o passar do álbum devido à criatividade/inovação com relação às notas atribuídas em cada passagem musical. Arrant Saudade mostra seu poder! O trio britânico vos apresentou um esplêndido trabalho e, com muito orgulho, eu tenho o prazer de divulgar aqui, propagando, assim, o poderio sonoro desta banda!.
 
 
Formação:
Riccardo Veronese
Juan Escobar
Aimeric Hangsvart 
 
Contato:
 
Mais Informações:
 
 
Autor da Resenha: Leonardo Reis

quinta-feira, 5 de julho de 2018

Monstrath: Ouça agora o novo single “Incubus In Church”


Finalmente! Está disponível o novo single da banda paulista MONSTRATH, intitulada “Incubus In Church” a faixa integrará o vindouro álbum “The World Serves To Evil”, que será lançado neste segundo semestre de 2018 via Downfall Records, confira agora:



Produzido em sua totalidade pelo competente produtor Tchelo Martins, o trabalho foi gravado na Loud Factory e também no Audiolab Vintage Studio, a masterização e mixagem contaram com Tchelo Martins, Tiago Assolini e Wagner Meirinho (Loud Factory).

Contato para shows: monstrath@gmail.com

Contato para assessoria de imprensa: www.sanguefrioproducoes.com/contato

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Fonte: Sangue Frio Produções

segunda-feira, 2 de julho de 2018

Resenha Sodom - Decision Day


 
 Décimo quinto álbum (Full-length) dos Thrashers alemães, lançado agora em 2016, mantendo a mesma pegada do seu antecessor, “Epitome of Torture” de 2013, porém com algumas diferenças adicionais que serão abordadas mais adiante. Sodom se trata de uma banda já bem consagrada, sendo conhecida suas principais características e influências que esta veio sofrendo em toda sua cronologia, ao final do anos oitenta com a pegada mais Crossover/Hardcore em 90 e seu retorno ao Thrash logo em seguida. Porém é notável tais nuances ainda hoje, a exemplo da faixa quatro intitulada “Caligula”, a primeira disponibilizada para audição durante o lançamento do álbum. Porém, é notável que Tom Angelripper utiliza mais de seus clássicos guturais rasgados neste trabalho e menos dos vocais mais berrados, dando um ar mais extremo ao som. Impossível não comentar da faixa de abertura do álbum, “In Retribution”, que traz o ouvinte a um clima sombrio com os harmônicos obscuros do início da faixa, que inclusive casam com a arte da capa, retratando as bandeiras dos Estados Unidos e Rússia, em um clima apocalíptico de Guerra Fria. 
 
É notável mais influências melódicas ao som da banda, principalmente na faixa três, que carrega o título do álbum, porém, em nada atrapalhando no peso da banda, apenas contribuindo mais, como visto na primeira faixa. Tais elementos mais melódicos também são perceptíveis no álbum anterior, o que mostra uma mesma cabeça dos integrantes da banda para compor o atual álbum.
Outras pegadas mais Crossover ainda estão presentes à medida que o álbum prossegue, como nas batidas de Makka (presente na banda deste Epitome of Torture) na faixa cinco denominada “Who Is God?”.
 
 
 
Apesar de Sodom manter uma linha semelhante em seu álbuns, não cai na completa mesmice, acrescentando elementos novos em seus trabalhos atuais, como a presença mais frequente de breakdowns em refrãos, como na faixa nove, “Blood Llions”, inovando na medida certa. Decision Day se trata de mais um ótimo trabalho, e mais ou menos na linha de seus antecessores, porém, sem enjoar, o álbum consegue de fato fazer o ouvinte bater cabeça com riffs destruidores e agressivas performances vocais.
 
 
Formação:
Tom Angelripper: Bass and Vocals
Frank Blackfire: Guitars
Yorck: Guitars
Husky: Drums 
 
Contato:

Mais Informações:
 

Autor da Resenha: Eduardo Ronconi

sexta-feira, 29 de junho de 2018

Resenha Amon Amarth - Jomsviking


Deste mesmo ano de 2016, o décimo álbum da banda sueca de Melodic Death Metal, que despensa muitos comentários a seu respeito por sua notória fama e suas letras focadas em vikings e na antiga cultura e mitologia Escandinávia. Jomsviking trata-se de um dos álbuns que vem trazendo uma nova sonoridade a banda, com elementos mais melódicos e uma pegada mais lenta, proposta que aparentemente vem sendo utilizada desde seu oitavo álbum, de 2011, intitulado “Surtur Rising”. Como nos dois últimos álbuns, Jomsviking vem utilizando de menos riffs em tremulo, característica muito utilizada em seus álbuns mais antigos. Um outro diferencial também está na temática deste novo álbum, aparentemente conceitual, abordando a história dos Vikings de Jomsborg, uma antiga irmandade de vikings mercenários, que realizavam serviços de combate e assassinato para qualquer um que paga-se, trabalhando até mesmo a serviço de cristãos. O álbum, apesar de diferente, possui faixas que remetem mais aos seus antigos álbuns como a primeira e matadora faixa, “First Kill”, e as excelentes faixas cinco e seis, “Raise Your Horns” e “The Way of Vikings”, que particularmente acho os melhores destaques, com os riffs mais viciantes. Faixas mais diferentes, e que revelam influencias mais melódicas da banda, como a terceira, “On A Sea Of Blood”, e a sétima, “At Dawns First Light”, trazem riffs que até então não eram muito frequentes no som da banda, podendo inclusive não ser de agrado para fãs muito apegados a fase antiga da banda, porém, muito cativantes para novos ouvintes. A última faixa do álbum, intitulada “Back On Northern Shores”, também a mais longa do álbum, com sete minutos e nove segundos, traz riffs que lembram muito as demais bandas de Melodic Death Metal suecas, especialmente as de Gothenburg, tais como o antigo In Flames e Dark Tranquillity, além de ter uma pegada mais progressiva.

 
 O álbum também conta com uma participação da forte e firme voz da vocalista Doro Pesch, na faixa dez, “A Dream That Cannot Be”, que casa sua voz com os pesados riffs de guitarra em um dueto com Johan Hegg. Além das músicas, o álbum também traz uma excelente arte em sua capa e que merecia ser mencionada. Um bom trabalho realizado, diferente, e podendo até ser controverso para alguns ouvintes, porém, apesar de suas diferenças, o álbum consegue ser cativante e ter excelentes momentos, dignos de dar replay em algumas faixas, valendo a pena ser conferido com ouvidos mais abertos.
 
 
Formação:
Johan Hegg - Vocals
Ted Lundström - Bass
Johan Söderberg - Guitar
Olavi Mikkonen - Guitar
Jocke Wallgren - Drums 
 
Contato:
 
Mais Informações: 
 
 
Autor da Resenha:  Eduardo Ronconi
 

quinta-feira, 28 de junho de 2018

Imperious Malevolence: Pronto e disponível, “Decades Of Death” já pode ser encontrado também nos principais serviços de streaming, confira!


Um dos trabalhos mais aguardados do Death Metal brasileiro, o “Decades Of Death”, dos curitibanos do IMPERIOUS MALEVOLENCE, está finalmente pronto e disponível.

O novo álbum marca Fernando Grommtt como ‘frontman’ e também os 23 anos de carreira do grupo. Lançado via Sangue Frio Records, “Decades Of Death” já pode ser encontrado também nos principais serviços de streaming, confira:

Amazon Music: http://a.co/iuBJTSc

Adquira já na versão física por apenas R$ 25,00 (+ frete via Carta Registrada, PAC ou Sedex) aqui: http://bit.ly/ImperiousMalevolence_DecadesOfDeath

Confira todos os distribuidores oficiais de “Decades Of Death”: http://bit.ly/2tLFCYu

Assista ao lyric vídeo de “Ominous Ritual”, um dos destaques deste trabalho:


Imprensa especializada interessada em resenhar o material supracitado ou entrevistar o IMPERIOUS MALEVOLENCE escreva para contato@sanguefrioproducoes.com e solicite o press kit.

Contato para shows: immalevolence@gmail.com

Contato para assessoria de imprensa: www.sanguefrioproducoes.com/contato

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Fonte: Sangue Frio Produções

sábado, 23 de junho de 2018

Resenha Novembers Doom - Bled White



 
A banda da vez é Novembers Doom (Doom Death Metal), direto dos Estados Unidos. Por já ser um tanto famosa, não será dificultoso descrever este belo e harmonioso álbum, que apesar de pesado, traz uma imensa tranquilidade em certas passagens (passagens estas que estarei descrevendo a seguir). Bled White foi o último trabalho da banda a ser lançado até o momento (e seu nono álbum gravado em estúdio), lançado no ano de 2014. O álbum já começa de maneira implacável com a faixa-título “Bled White”; com belas viradas de bateria protagonizadas por Garry Naples (que está na banda desde 2011) e acordes ensurdecedores das guitarras em conjunto ao contrabaixo. A música evolui paulatinamente, porém, direto ao ponto. Na música seguinte, “Heartfelt”, o que chama atenção são os alinhamentos vocálicos (vocais agudos e graves) para comporem certas passagens desta canção. Bled White consegue trazer alguns elementos que se assemelham com o trabalho anterior de Novermbers Doom, “Aphotic”, de 2011, ao mesmo tempo que diferencia alguns aspectos, como por exemplo, o peso do trabalho (ao meu ver); um conjunto que se dá pelas distorções das guitarras e pela pegada do vocal de Paul Kuhr junto às diversas viradas da bateria e aos feelings de cada canção deste álbum. Mas ainda assim continua se mantendo um trabalho muito veloz e contagiante. Agora falando naquilo que é muito relevante quando se tratando de Novembers Doom: trechos melancólicos e que ao mesmo tempo remetem à um clima pacífico. “Just Breathe” tem este início! Paul Kuhr é especialista em invocar este lindo vocal utilizado nesta canção. A banda por si só tem esta característica que lhes fazem ser um ícone no gênero. A transformação de musicalidade bruta para algo arrepiante se dá de maneira gradativa, por vezes estamos em um momento calmo e “feliz”; por outro estamos num momento de melancolia e tristeza. Nesta canção vale se atentar numa passagem de teclado/piano que enaltece-a completamente. Méritos para o solo que vem a seguir, complementando todas as características até o momento impostas na faixa. Mas a melancolia do Full-Lenght não para por aí. Há muita “porrada” para se descrever ainda neste álbum. Mas antes um breve comentário acerca de “Scorpius”: que influência em MPB hein? Com “Unrest” temos de volta a pancadaria, dando segmento à devastação imposta por Novembers Doom. É incrível como novamente há uma sonorização muito macabra com as vozes de Paul Kuhr e de Lawrence Roberts, que sincronizam passagens com vozes grave e aguda ao mesmo tempo, ilustrando um ambiente “macabresto” e paradoxo – isto continua com o andar da música. Neta canção, novamente méritos para os instrumentos de corda: sem falar da guitarra solo, a guitarra base junto com o contrabaixo evocam uma base eloquente e contundente, dando passagens para o belo solo que se dá pela guitarra solo. Vale a pena também prestar um pouco de atenção (na verdade, muita atenção) com a performance da bateria, por parte de esta sim provocando um verdadeiro caos para com relação à canção. “The Memory Room” tem seu início com aspectos já citados (inclusive aquele dos vocais insanos e em alinhamento, provocando sensações insanas ao ouvinte). A canção tem aspectos lentos e algumas passagens acústicas em meio às distorcidas. Destaque também ao encaixe entre solo e base (por parte da guitarra solo e dos demais instrumentos que servem de base) fazendo um belo trabalho. “The Brave Pawn” é uma canção muito agressiva do que as anteriores descritas até o momento. A bateria, nesta altura, mostra-se mais presente, partindo do aspecto da constância dos pedais duplos. Os riffs são lindos e grotescos. Também é a faixa que mostra que Novembers Doom também sabe ter uma pegada Thrash Metal e também Black Metal. E trata-se da canção com menor durabilidade e que é mais precisa do que suas anteriores. Também foge um pouco do aspecto Doom Death Metal melancólico, partindo para a brutalidade do Death Metal Old School (em certos pontos). “Clear”, sendo a oitava faixa do álbum (estamos quase terminando), volta a ter aquela característica fundamental para se compreender Novembers Doom. Nesta faixa percebe-se uma relevância mais preponderante do contrabaixo, auxiliando para com algumas partes técnicas da canção (inclusive na parte mais melancólica da canção; incluindo riffs mais melódicos). Já partindo para os momentos finais de Bled White temos “The Grand Circle”. 
 
 
 
Ainda assim uma ótima canção, mas nenhuma característica diferente do que já tenha sido mencionada. Mas tenho que reconhecer, a cada passagem a brutalidade aumenta, mesmo que de maneira gradativa. O vocal de Paul Kuhr torna-se mais brutal, contrastando-se mais uma vez com o solo da canção. “Animus” e “The Silent Dark” finalizam com maestria este digno trabalho. Todas a menções direcionadas à Bled White, no fim das contas, têm suas confirmações concretizadas por cada uma das canções. Cada passagem amedrontadora e rica em elementos musicais que contrastam com o sentimentalismo de muito dos ouvintes (estes que se identificam com as diversas passagens destas canções do álbum) Não poderia deixar de resenhar este impecável “trampo”. Sendo Novembers Doom uma das bandas mais fantásticas que tive o prazer de conhecer e ouvir (não pessoalmente, ainda!). Por hora é isto mesmo. Mais resenhas desta banda ainda virão a tona. Mas enquanto este momento não chega, fiquem com Bled White. Sério, vale muito a pena investir um determinado tempo e agregar ainda mais em seus gostos musicais. Para os que já conhecem esta banda, sabem o quanto ela é incrível. Para os que têm pouca afinidade com a mesma, sugiro que vocês ouçam além deste álbum, seus antecedentes – estes também digníssimos e propulsores do cenário Doom Death Metal. E que este álbum, ou a banda, façam parte de suas preferências musicais. Pelo menos para a minha pessoa, já faz parte há um bom tempo. Até a próxima!.
 
 
Formação:
Paul Kuhr - Vocals
Larry Roberts - Guitars
Vito Marchese - Guitars
Mike Feldman - Bass
Garry Naples - Drums
 
Contato:
 
Mais Informações:
 
 

Autor da Resenha: Leonardo Reis

 
 

quinta-feira, 21 de junho de 2018

Eternal Sacrifice: Encontre agora um dos principais nomes do Pagan/Black Metal brasileiro dentre as plataformas digitais


Agora ficou ainda mais fácil encontrar o ETERNAL SACRIFICE dentre os principais serviços de streaming mundiais para ouvir o melhor do Pagan/Black Metal executado pelos baianos.

Isso decorreu de uma forte parceria entre a banda e a Sangue Frio Records, que disponibilizou os álbuns “Sonata Satanicka 666”, de 2004, e “Iluminados por Thanatherous Aleph... MusickantigA (Atto II)”, de 2010, dentre as plataformas digitais mais utilizadas, confira:


Em outras notícias, o ETERNAL SACRIFICE divulgou recentemente a capa e tracklist do seu vindouro álbum, intitulado “Ad Tertium Librum Nigrum”, o novo trabalho contará com 10 faixas e previsto para agosto deste ano, será lançado pela Hammer Of Damnation, no formato físico (deluxe slipcase digipack CD)  e Sangue Frio Records em âmbito digital.


Tracklist e demais informações acesse: https://sanguefrioproducoes.com/n/1470
 
Contato para shows: eternalsacrifice666@hotmail.com
 
Contato para assessoria de imprensa: www.sanguefrioproducoes.com/contato

Sites relacionados:

Fonte: Sangue Frio Produções

sexta-feira, 15 de junho de 2018

Suffocation Of Soul: Encontre a banda nas principais plataformas digitais


Prestes a embarcar para a ‘Macabre Sentence European Tour’, os thrashers do SUFFOCATION OF SOUL divulgaram seus recentes lançamentos nas principais plataformas digitais.

Decorrente de uma forte parceria entra a banda e a Sangue Frio Records, agora os álbuns “The First Attack” (2014) e o atual EP, “Macabre Sentence”, já podem ser encontrados dentre os principais serviços de streaming, confira abaixo alguns links:

Amazon Music: http://a.co/cl09sad
Google Play Music: http://bit.ly/SOS_GooglePlay

Como supracitado, o SUFFOCATION OF SOUL partirá para sua segunda passagem pelo Velho Continente e divulgou que estará fazendo um ‘tour report’, apresentando lives, stories, fotos e vídeos diários nas páginas oficiais do Instagram e Facebook, visando mostrar ao público brasileiro uma cobertura completa das viagens entre os países, casas de shows e seus equipamentos, recepção dos ‘metalheads’ e toda logística que envolve uma turnê underground na Europa.

Siga a banda em suas redes sociais:

Confira todas as datas da ‘Macabre Sentence European Tour’: http://bit.ly/MacabreSentenceTour2018

Contato para assessoria de imprensa: www.sanguefrioproducoes.com/contato

Sites relacionados:

Fonte: Sangue Frio Produções

quinta-feira, 14 de junho de 2018

Eternal Sacrifice: Banda divulga título, capa e tracklist de novo álbum, confira agora!



A horda baiana ETERNAL SACRIFICE retornou com tudo em 2018! Depois de anunciar participação nas coletâneas “Ad Astra Per Aspera” e “Hellfire - A Brazilian Tribute To Sabbat”, a banda finalmente liberou mais detalhes do seu vindouro álbum.

Intitulado “Ad Tertium Librum Nigrum”, o novo trabalho contará com 10 faixas do mais puro Pagan/Black Metal, previsto para agosto deste ano, será lançado pela Hammer Of Damnation, no formato físico (deluxe slipcase digipack CD)  e Sangue Frio Records em âmbito digital. Confira abaixo capa e tracklist:

Tracklist:
01 - Introirum
02 - Chapter I - The Three Mashu’s seals - The Conquest of the Ganzir and Arzir Gates (Hazred área)
03 - Chapter II - The Vision Of The Light Of The Sculptures In The Monument Of Mashu (The Black Book of Signs)
04 - Chapter III - The Amulet, The Fire And The Seals Of Wisdom In The Course Of a Triple Life
05 - Chapter IV - The Revelations Of The First Sigil, Lucifer, After a Saga of Delusions And Battles
06 - Chapter V - When Angel Of Light in Ur, In Invoking The Second Sign Agga
07 - Chapter VI - Nasha, Restitution Of Double The Light (Luce) And Harmony (Fer) - Pagans Calls
08 - Interludium
09 - Chapter VII - The Emptiness, The Guard Of The Sortileges And The Time In Which The Dust Takes The Rites
10 - Epilogum
Capa do slipcase: http://bit.ly/ATLN_Slipcase

Ouça agora a música “Chapter I - The Three Mashu’s seals - The Conquest of the Ganzir and Arzir Gates (Hazred área)” disponibilizada recentemente:


Em paralelo, o ETERNAL SACRIFICE já iniciou o agendamento de datas para shows em suporte ao supracitado “Ad Tertium Librum Nigrum”. Produtores de qualquer cidade do Brasil interessados em leva-los ao seu evento escreva para eternalsacrifice666@hotmail.com e solicite mais informações.

Contato para assessoria de imprensa: www.sanguefrioproducoes.com/contato
Sites relacionados:
https://hodrecs.com/
https://www.facebook.com/eternalsacrifice666/
https://sanguefrioproducoes.com/artistas/ETERNALSACRIFICE/59
Fonte: Sangue Frio Produções

terça-feira, 12 de junho de 2018

Resenha: Warleggion – Warleggion [EP] (2018)



O cenário Underground nacional é um seleiro de talentos, tendo bandas que trazem influências das mais diversas e características únicas.

Surgido em 2018, o grupo paulista Warleggion traz em seu DNA um vasto leque de influências que remetem desde a OZZY, DIO e JUDAS PRIEST, à DR.SIN, MALMSTEEN e IRON MAIDEN.

A banda lançou recentemente em suas mídias seu primeiro EP, registro autointitulado que conta com 4 faixas, sendo lançado de forma totalmente independente. Começando a audição do EP “Warleggion” temos a faixa “Wallerian”, que traz apresenta ao ouvinte uma característica única, com riffs marcantes e linhas vocais muito bem casadas, evidenciando muito influências de grandes nomes como Jeff Scot Soto, Tim Ripper Owens e Ronnie James Dio. Continuando a audição temos “Bite”, que é sem dúvida o ápice do registro, faixa que traz uma sonoridade mais melodiosa e que se destaca pelas passagens de bateria impecáveis, ressaltando um grande entrosamento do time que consegue transmitir um êxtase ao ouvinte. A seguir temos “Living in Hell”, composição que se caracteriza por ser mais cadenciada que sua antecessora, porém apresentando mais peso em suas passagens, com solos de guitarra cheios de feeling e velocidade.

Encerrando a audição temos “Sky Light”, faixa que sintetiza toda a essência do registro, com linhas instrumentais que trazem peso e agressividade à composição mescladas com todo o leque de influências do grupo, mostrando um desfecho excepcional, deixando os fãs ansiosos para o vindouro debut. 

 

Faixas: Wallerian – Bite – Living in Hell – Skylight 
 

 Formação:
Maurício – Guitarra 
 Odair – Vocal 
 Igor – Bateria 
 Flavio – Baixo

Nota: 9,0

Para mais curiosidades, apresentações e novidades sobre a Warleggion, é só acessar as mídias sociais nos links a seguir:

Warleggion EP.


Deezer
https://www.deezer.com/en/album/65202672
Google Play
https://play.google.com/store/search?q=warleggion
Instagram
https://www.instagram.com/warleggion/
 
Mais Informações:
 
Autor da Resenha: Bruno Faustino 

terça-feira, 5 de junho de 2018

Resenha Mourning Sun - Vaho

  
 MOURNING SUN - VAHO


Boa noite à todos(as) os(as) leitores(as)! Confesso que neste ano fiquei muito surpreso com a quantidade de bandas que acabei "descobrindo" através de minhas "andanças" pela web. O grandioso número de músicas fantásticas pelas quais, na maioria das vezes, fez-me apegar por diversas bandas, dos lugares mais remotos possíveis – não chegarei ao ponto de retratar isto. A grandeza de bandas que ainda habitam o mundo underground e que, por vezes, não têm o devido valor reconhecido pelo público, dando assim, a oportunidade de propagação de muitos projetos. Por vezes aniquilando-os do mapa do metal; por vezes impulsionando algumas bandas somente até a metade de seu trajeto, consolidando num tímido sucesso e, após o mesmo, apagando-os como uma vela debaixo de chuva, entristecida e isolada. Desta maneira, decidi que deveria investir em um amplo conhecimento acerca de bandas próximas de onde habito; de bandas que agregam valores culturais semelhantes às de minha localidade. Por vezes cheguei a pensar que seria perda de tempo mas, após uma turnê da banda Khrophus (Technical Death Metal de São José - SC, Brasil) na Argentina; após uma série de observações, constatei a quantidade de bandas que contribuíram para com o sucesso da mesma nas terras gélidas argentinas. Consequência disso, foi que comecei a ouvir mais bandas daqui do sul do globo, para ser mais preciso, do Chile. Um tanto paradoxo já que me senti atraído pelas bandas argentinas. E uma das primeiras bandas que tive o prazer/oportunidade de conhecer foi Mourning Sun. O álbum da vez chama-se VAHO, lançado neste ano de 2015. Um incrível EP com quatro canções, tidas por mim como canções graciosas e emocionantes. Mais a frente relatarei o sentimentalismo imposto por elas.

Mourning Sun, por vezes é retratada como sendo uma banda que transmite-vos um Avante-Garde Metal de primeira; outrora, como sendo uma banda do ramo Symphonic Doom Metal (ou somente Doom Metal mesmo, para ser mais simples). Suas canções dão a sensação de se estar em um campo gélido onde somente uma linda rosa habita, dando um ar pós-apocalíptico. Já de cara relato-vos que "Spirals unseen", a canção de abertura do EP, é uma obra de arte; uma canção amedrontadora mas, que ao mesmo tempo, nos remete à um lindo sonho utópico: sua melancolia chega à uma insanidade tão imensa que, por vezes, é convertida em uma espécie de felicidade agregada com tons foscos de um sentimentalismo de compaixão (com alguém; com algo; com algum ocorrido; com alguma perda; com algum ganho). VAHO é a antítese musical: unindo a melancolia existente em todos os aspectos instrumentais, que envolvem às canções, junto do arrepio monstruoso que envolve o ouvinte junto aos traços melancólicos e árduos das passagens de cada instrumento. Sendo assim, temo-nos uma unicidade: um corpo musical que acaba penetrando no subconsciente do público-alvo em questão. É assim que VAHO busca agir perante seus ouvintes. "Cabo de hornos" e "Vena cava" dão continuidade à essa agonia. Ana Carolina, esta por sua vez sendo a vocalista da banda (e que bela voz esta mulher tem!), apresenta um papel semelhante à de Lilith: envolvendo o ser humano, ao mesmo tempo que lhe apresentando um mundo novo, fugindo da "caverna de Platão", rumo à um novo mundo cheio de saberes e experiências; ultrapassando a fronteira da bolha e penetrando na região da insanidade. Fazendo assim, com que o homem/mulher sintam-se superiores através daquilo que estão ouvindo; o poder da autoconsciência perante a música; a atraação à sabedoria tendo as canções de VAHO como propulsores sonoros. "Manantial" é a representação nata de uma erudição musical; uma demonstração radiante. À maneira da primeira música, esta, Manantial, tem uma entrada um tanto diferente da primeira: portando um ar de felicidade misturados à lembranças; rememorações de uma época remota; àquilo que se deixou de existir há muito. Ela acaba passando num piscar de olhos e quando você se dá conta, a canção há de ter terminado. É tudo muito rápido! A legitimidade deste trabalho mostra-nos como a mensagem musical é contagiante e bela. VAHO está entre os álbuns mais belos que ouvi, não somente pela sua especial comoção que me causa mas, pela simplicidade de suas características musicais, pelas quais me emocionam de uma maneira épica e rara. Os tracejos das canções tendem à levar o ouvinte à uma Odisseia. A instrumentalidade das canções são belas, fazendo o ouvinte repetir a execução das faixas, de tão belas que elas são; de tão simplórias mas ao mesmo tempo tão ricas e graciosas, carregadas de um emocionalismo extremo.  Quando se descreve um trabalho que se encaixe no Doom Metal, o compromisso de se relatar as sensações são realmente grandes, para que só assim, por mais subjetivo que seja, o leitor/ouvinte tenha a sagaz capacidade de compreender do que se está lendo/ouvindo. E VAHO é totalmente emocional. Relativamente gracioso mas, incontestavelmente megalomaníaco.  
 

Não será aqui necessário relatar a mágica através dos instrumentos, para isso, aconselho o leitor/ouvinte que tente tirar no máximo uma hora para investir em um emocionalismo através deste lindo trabalho. Não é à toa, dá-se a vontade de ouvir mais uma; e outra; e de novo, por completo, repetir todas as músicas deste EP. Nenhuma palavra mais pode descrever o que Mourning Sun vos passa através de suas canções. Christian Aravena, Claudio Hernández, Sebastián Castillo, Eduardo Poblete e Ana Carolina estão prontos à avançar ao Valhalla, pois já contemplaram o ser humano com suas canções belas e orquestradas; quiçá, o outro plano agora os espera, para que desta vez os deuses tenham a chance de experimentar este glorioso e magnificente trabalho apresentado por Mourning Sun, em VAHO. Os deuses lhe esperam Mourning Sun!. 

 
Integrantes da banda:
Ana Carolina - Vocal
Eduardo Poblete - Teclado
Sebastián Castillo - Guitarra
Claudio Hernández - Bateria e Guitarra
Christian Aravena - Contrabaixo


Canções do EP "VAHO":
01-Vaho (Intro)Spirals Unseen - 8:15
 02. Cabo de Hornos - 8:37
03. Vena Cava - 5:55
 04. Manantial - 8:15
 

Mais Informações:
Autor da Resenha: Leonardo Reis