quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

MONSTRATH: Banda divulga videoclipe da música “Stygian”, assista agora!



Depois de surpreender a todos com o clipe de “Demon Sold”, os paulistas do MONSTRATH novamente ganham destaque mundial dentre os fãs de Metal Extremo.

A banda, que vem divulgando massivamente seu debut álbum “The World Serves To Evil”, divulgaram seu novo videoclipe, desta vez para a faixa “Stygian”, mostrando ainda mais a brutalidade e qualidade deste trabalho de estreia, assista agora:
O MONSTRATH também anunciou recentemente que abriu de forma oficial sua agenda de shows para o ano de 2019, visando montar uma turnê nacional. Produtores interessados em leva-los para seu evento, escreva para monstrath@gmail.com e solicite mais informações.

Quem ainda não conferiu o clipe anterior, “Demon Sold”, pode conferir pelo link:

“The World Serves To Evil” também está disponível nas principais plataformas mundiais de streaming e download, confira alguns links:

Spotify: https://open.spotify.com/album/4C48rLXFdb0Lz9qA6CBPGe
iTunes: https://itunes.apple.com/us/album/the-world-serves-to-evil/
Deezer: https://www.deezer.com/en/album/71614172
Napster: https://ar.napster.com/artist/monstrath/album/the-world-serves-to-evil
Contato para assessoria de imprensa: www.sanguefrioproducoes.com/contato
Sites relacionados:
https://www.facebook.com/Monstrath/
https://www.monstrath.com/
https://www.sanguefrioproducoes.com/artistas/Monstrath/50
Fonte: Sangue Frio Produções

ORTHOSTAT: “Monolith of Time” já está disponível no Bandcamp, ouça agora!



No último dia 04/01, os catarinenses do ORTHOSTAT nos brindaram com seu debut álbum “Monolith of Time”, o disponibilizando na íntegra para audição.

Isso mesmo, este novo trabalho já pode ser ouvido gratuitamente pelo canal oficial da banda no Bandcamp, onde também é possível adquiri-lo nos formatos físico e digital, confira: http://orthostat.bandcamp.com/album/monolith-of-time
Ouça aqui:

Gravado e produzido no Studio Hellfrost, em Jaraguá do Sul/SC, “Monolith of Time” também estará disponível nas demais plataformas de streaming mundiais nos próximos dias – lançamento feito via Sangue Frio Records –, sua previsão de disponibilidade no formato físico é fevereiro deste ano.

Para adquirir diretamente com a banda de forma antecipada escreva para davidlago@live.com ou diretamente pelo Facebook em www.facebook.com/OrthostatDM.

Contato para shows: davidlago@live.com
Contato para assessoria de imprensa: www.sanguefrioproducoes.com/contato
Sites relacionados:
https://www.facebook.com/OrthostatDM
https://www.youtube.com/channel/UCcmUFU2I1rpPOZf5BRyL9rQ
https://orthostat.bandcamp.com/
https://sanguefrioproducoes.com/artistas/ORTHOSTAT/65
Fonte: Sangue Frio Produções

terça-feira, 8 de janeiro de 2019

MOTÖRBASTARDS: Ouça agora o single “Nightmare”



Para iniciar 2019 com tudo, os paranaenses do MOTÖRBASTARDS divulgaram seu mais novo single dentre os principais serviços de streaming.
Contendo 3 faixas do mais puro Rock’n Roll, “Nightmare” – como foi intitulado este trabalho – está servindo como prévia ao vindouro álbum “We Are Bastards” e já pode ser ouvido acessando os links abaixo, confira:
Spotify: https://open.spotify.com/album/2qJzPdV1L6n6K23yK9B3Jw
Deezer: https://www.deezer.com/br/album/83090322
iTunes: https://itunes.apple.com/br/album/nightmare-single/1448130920
Napster: https://us.napster.com/artist/motorbastards/album/nightmare-344221292
Tidal: https://listen.tidal.com/album/101738412
Amazon Music: https://amzn.to/2QvSefm
YouTube (inscreva-se): https://youtu.be/NYXaVhdm180
As três músicas do single também foram divulgadas em formato de videoclipe, assista agora:
“We Are Bastards”:
“Mina de Tamandaré”:
“Nightmare”:
Com isso, o MOTÖRBASTARDS abre oficialmente sua agenda de shows para este ano. Produtores interessados escrevam para motorbastards@gmail.com e solicite mais informações.
Veículos de imprensa interessados em resenhar “Nightmare”, escrevam para contato@sanguefrioproducoes.com e solicite o press kit do grupo.
Contato para assessoria de imprensa: www.sanguefrioproducoes.com/contato
Sites relacionados:
https://www.facebook.com/MOTORBASTARDS/
https://www.youtube.com/channel/UCr2RaBGgEhvM_lOjI910Uug
https://www.instagram.com/motorbastards/
https://sanguefrioproducoes.com/artistas/MOTORBASTARDS/63
Fonte: Sangue Frio Produções

PANDEMMY: Assista agora ao videoclipe de “Stars Of Decadence”



Em processo de finalização na divulgação do atual trabalho, “Rise Of a New Strike”, os pernambucanos do PANDEMMY lançaram um novo videoclipe, desta vez, para a faixa “Stars Of Decadence”.
Filmado e produzido pela Fragma Produções, sob o comando de João de Oliveira, o clipe apresenta novamente toda a brutalidade e entrosamento desta atual formação, o que deixa seus seguidores e adeptos ainda mais sedentos pelo vindouro álbum. Assista agora:

Em paralelo, o PANDEMMY também divulgou recentemente o single “This Land Will Never Disappear”, ouça:

Encontre nas demais plataformas de streaming:
Spotify: https://open.spotify.com/album/2cBXgew5t0DmkEgh3RtJLV
Deezer: https://www.deezer.com/br/album/73907312
iTunes: https://itunes.apple.com/br/album/this-land-will-never-disappear-single/1437127950
Napster: https://us.napster.com/artist/pandemmy/album/this-land-will-never-disappear
Claro música: https://www.claromusica.com/album/5803542
Tidal: https://listen.tidal.com/album/95637708
Contato para shows: pandemmy@gmail.com
Contato para assessoria de imprensa: www.sanguefrioproducoes.com/contato
Sites relacionados:
https://www.facebook.com/pandemmyofficial/
http://pandemmy.blogspot.com.br/
https://www.sanguefrioproducoes.com/artistas/Pandemmy/44
Fonte: Sangue Frio Produções

sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

Banda Velho Buffalo Ruffus um nome forte para a cena rock brasileiro


A Velho Buffalo Ruffus teve seu 
início em Junho de 2015 pelos guitarristas Marcelo Rodríguez e Saulo Rocha. Vem com um som forte e tudo aquilo que deve ser apreciado pelos os fãs do rock.

VÍDEO AO VIVO NO FORESTLAB

O primeiro disco chamado "Terror", foi lançado em janeiro de 2018 e produzido pelo grande Lisciel Franco do estúdio Forest Lab. A banda mostra que é possível fazer um rock pesado, forte e definido em português. As letras falam sobre esse momento de estagnação social, intelectual e cultural que a sociedade está, criando um alerta à uma mudança de atitude para com a percepção do superficial, da hipocrisia social e do desejo de alimentar um ego simbólico. É um disco denso com letras fortes e claras, onde principalmente tem que escutar quem precisa escutar.

LINKS CANAIS:

Instagram: @velhobuffaloruffus

Facebook:/buffaloruffus

Youtube: Velho Buffalo Ruffus

Ouça:

SPOTIFY

DEEZER

GOOGLE PLAY

ITUNES


sexta-feira, 28 de dezembro de 2018

Altú Págánach: Faltam três dias para o grande lançamento, “Sleeping Under Alqualondë Stars” está prestes a nascer!


Para aqueles que não conhecem os trabalhos do projeto Altú Págánach, porém, é um apreciador dos trabalhos de J. R. R. Tolkien e gosta de sentir a energia e os fortes elementos do Atmospheric Black Metal ou um pesquisador da música experimental extrema, esse projeto pode e muito lhe surpreender, pois, Altú Págánach reúne tudo isso em um único lugar!

Altu Paganach carrega a responsabilidade de ser nomeada hoje como uma das primeiras bandas a seguir a temática Tolkien em seus trabalhos. Responsável por um total de 3 Full Length e diversos outros registros como demos, EP, compilações e splits especiais ao longo dos anos, o projeto vem se mantendo forte há 17 anos, abordando suas respectivas passagens dentro do grandioso universo de J. R. R. Tolkien com muita maestria e magia, proporcionando para poucos uma viagem extremamente transformadora, provando que a fantástica fábrica espiritual em conjunto com a forte aceitação do novo, podem trazer aos nossos ouvidos uma sensação única e agradável, com muito sentimento e brutalidade negra.

Daqui há três dias o projeto irá apresentar ao mundo o seu mais novo trabalho, intitulado como “Sleeping Under Alqualondë Stars”, esse, será composto por um total de 9 passagens, trabalhos que foram muito bem produzidos, tanto em sua narrativa lírica como também em sua musicalidade. O trabalho está previsto para ser lançado em 01/01/2019 através dos selos Tolkiean Records e Un Holy War Prod.

Com exclusividade o projeto Coletivo La Migra teve acesso ao novo lançamento, assim podemos afirmar que o material está simplesmente mágico. Sidney Santos, fundador do projeto Coletivo La Migra fala um pouco sobre a sua audição:A unificação e o clima criado aqui é surpreendente, o velho paganismo está aqui, o velho Black Metal está aqui, toda a magia e energia deste material pode ser sentida do início ao fim, toda a obscuridade que foi catalisada neste trabalho é sentida de forma única e que ao introduzir em nossos tímpanos percebemos que estamos agregando algo diferente, que estamos vivenciando algo que nos remete ao passado porém de forma extremamente momentânea, espontânea. Quando unificamos esses sentimentos às letras criadas por Lord Maleficarum T. I. Typhonis... cara aí sim o mundo é literalmente invertido. Destaque maior a canção “Teleri`s Fall”, o poema descrito aqui é espetacular e tenho certeza, que se o ouvinte ler essa passagem, absorver o sentimento passado e ouvir a canção, esse irá entender tudo na qual eu descrevi até aqui, isso é puro sentimento e entrega a arte, acho que Lord Maleficarum T. I. Typhonis conseguiu chegar perto, mas perto demais da perfeição em “Sleeping Under Alqualondë Stars""

Em conversa com Lord Maleficarum T. I. Typhonis ele nos explica um pouco mais sobre a passagem de “Sleeping Under Alqualondë Stars”; ““Sleeping Under Alqualondë Stars” narra fatos ocorridos em uma região do universo Tolkiano conhecida como Porto dos Cisnes. É a principal cidade e porto dos Elfos Teleri nas costas de Aman. Era governada por Olwë irmão de Elwë. Quando houve a Revolta dos Noldor, Fëanor pediu os barcos dos Teleri, mas estes se negaram e então ocorreu uma batalha entre as duas famílias, o Fratricídio de Alqualondë; a primeira morte de elfos por elfos. Após a luta, Fëanor levou os barcos por sobre o mar chegando às costas da Terra-média e em Losgar ele os queimou, abandonando Fingolfin em seu povo na terra desértica de Araman.

E ainda revela mais detalhes: O primeiro lançamento de 2019 será o Álbum “Sleeping Under Alqualondë Stars” esse será lançado em CD dia 1º de janeiro de 2019 em edição limitada em 500 cópias pela Tolkiean Records e em Tape K7 pela Un Holy War Prod. limitado em 66 cópias também no mês de janeiro, porém sem dia definido, sendo assim fiquem ligados.

Confira agora a arte final deste trabalho e sua tracklist:

1 - The First Mystic Dream

2 - Feanor

3 - Lost Memories

4 - Teleri`s Fall

5 - The Stone

6 - The Revolt of Betrayed

7 - Mountain Pass

8 - Great Scape

9 - The Old Entrance

Entre em contato com Lord Maleficarum T. I. Typhonis pelo e-mail altupaganach@gmail.com e solicite a sua cópia física. Acompanhe a página oficial do projeto no Facebook em facebook.com/pg/altupaganach e fique ligado, pois, novidades estão em segredo, porém, em breve serão reveladas...

Fonte: Coletivo La Migra

quarta-feira, 28 de novembro de 2018

Maniacs Metal Meeting: Contagem regressiva para um dos maiores festivais do Sul do Brasil



TÁ CHEGANDO! Um dos maiores eventos de Metal com camping do Brasil, o MANIACS METAL MEETING, está muito perto de acontecer. Isso mesmo, a edição de 2018, que contará com mais de 30 atrações, ocorrerá neste final de semana, entre os dias 30/11 e 02/12 na lendária Fazenda Evaristo em Rio Negrinho/SC.

Com bandas que vão desde o Power Metal até ao Grindcore, o MANIACS METAL MEETING estará trazendo o que há de melhor no Metal nacional, incluindo nomes lendários como MURDER RAPE, SEX TRASH, HOLOCAUSTO, ROT, REBAELLIUN e muito mais, confira o cartaz completo:


Acesse o evento no Facebook, confirme sua presença e obtenha todas as informações: https://www.facebook.com/events/137507243732456
SERVIÇO:
Show: Maniacs Metal Meeting 2018
Local: Fazenda Evaristo
Endereço: Rua Afonso Koeler, Rio dos Bugres, s/n – Rio Negrinho/SC
Data: 30/11 – 01/12 – 02/12
Ingressos – segundo lote: R$ 180,00 (estudante) – R$ 200,00 (+ 1Kg de ração) – R$ 380,00 (inteira)
Link da SYMPLA: http://bit.ly/MMM_2018
Pontos de venda de ingressos físicos: http://bit.ly/MMM2018_IngressosFísicos
Para cadastro de excursões acesse: http://www.maniacsmm.com/cadastre-sua-excursao/
Press release para imprensa: http://bit.ly/PR_MMM2018
Contato: contact@maniacsmm.com
Contato para assessoria de imprensa e divulgação:  www.sanguefrioproducoes.com/contato
Sites Relacionados:
http://www.maniacsmm.com/
https://www.facebook.com/ManiacsMetalMeeting/
https://www.instagram.com/maniacsmetalmeeting/
https://www.sanguefrioproducoes.com/clientes-corporativos/MANIACSMETALMEETING/26
Fonte: Sangue Frio Produções

sexta-feira, 23 de novembro de 2018

Entrevista exclusiva com uma das maiores revelações do metal nacional - The Devils


The Devils é uma banda “nova” do cenário nacional, e apesar disso, vem conquistando um enorme respeito na imprensa especializada (especialmente a internacional). Conte-nos, a que fato vocês atribuem a isso? Acreditam que o público lá de fora tem sido mais receptivo com a sonoridade da banda?

Daniel Bins: Acho que a galera sente que é uma coisa sincera que sai da gente, só expressamos o que sai de nossos poros no nosso som. Não usamos formas para criar nossas músicas, e só falamos do que a gente já viveu, que está ao nosso redor, não existe demagogia, e o povo daqui que nos conhece sabe disso. Acredito que conseguimos chamar atenção lá de fora pois eles sentiram isso também, além disso, buscamos gravar com qualidade, pois é o que nossos fãs merecem, e também para não chegarmos atrasado em relação as gravações de lá.
 
Recentes mudanças na formação marcaram o atual momento do The Devils. Vocês acreditam que isso mais atrapalha, ou de certa forma  pode ser benéfico por trazer sempre novas ideias e ‘arejar’ a banda?

Daniel Bins: As rupturas acontecem quando as coisas chegam ao seu limite, então de certa forma ela acontece quando é necessário, e se não acontecesse com certeza atrapalharia. O momento é bom, estamos leves, com sede, com energia e muitas ideias surgindo a cada lata de cerveja.

Como vocês acham que vem sendo a repercussão de “We Are The Devils”? A galera vem o recebendo positivamente?

Daniel Bins: Está sendo, primeiramente, gratificante. Nosso esforço foi reconhecido. Já ouvi comentários do tipo: “a galera estava com sede e vocês trouxeram cerveja gelada” e isso é lindo! Pessoal de fora, que é cerca de 80% do nosso público em download, que recebem muito material de boa qualidade das bandas de lá, tem curtido muito nosso som, chegando a comparar com nomes consagrados, se eles estão malucos eu não sei, mas que é lindo é. Foi um belo trabalho de todos os envolvidos, conseguimos passar por cima de tudo quanto é problema para finalizar este álbum. E o sentimento para nós do The Devils quando finalizamos um álbum é como concretizar um período de experiências e deixar marcado para o resto de nossas vidas.


Passando por um momento complicado politicamente no país, não gostaríamos de passar em branco, e perguntar: Qual a opinião da banda sobre esse ‘racha’ na cena entre ‘esquerda e direita’. Acreditam que isso possa ser passageiro, e logo voltar tudo ao normal?

Daniel Bins: Isso nunca vai acabar, e isso não é novo. O que a gente sabe é que todo mundo quer se expressar, e que todo mundo precisa e tem o direito de ouvir a música que ele curte.

Conte-nos um pouco sobre a cena capixaba há bastante shows? E quanto a bandas, quais vocês indicariam para nossos leitores

Daniel Bins: Há sim bastante shows, shows dos mais variados portes, em bares em praças em casas de shows grandes e pequenas, lugares que pagam bem outros nem tanto (risos), festivais de bandas novas e de bandas consagradas, com variadas vertentes do metal, e com variado tipo de público, o público que sai para “se dar bem”. E também o público mais fiel que consome a música em toda a sua forma sendo acompanhando os shows comprando material da banda e etc.

Agora com Heron nos vocais, qual a previsão de um novo trabalho?

Daniel Bins: Com essa excelente voz que tem o Heron a previsão sempre será a melhor possível, e sim, a previsão é de um terceiro álbum esmagador e original como tudo o que o The Devils faz, um álbum que trará em todo segundo de som o supra sumo de nossa formação musical coletiva e individual ou seja, consagrando o que cada um tem de melhor o álbum realmente soará como enxofre (risos).


 
A banda almeja uma turnê lá fora, tendo vista a positiva repercussão vinda de lá?

Daniel Bins: Com certeza! Não podemos negar que isso seria a cereja do bolo para nós, uma consagração muito especial para uma banda que sempre prezou música sem filtros, que vem de experiências reais vividas por nós e por pessoas próximas a nós. Acreditamos que tocar mundo a fora é uma coisa muito forte independente da experiência que uma banda tenha ou não em questão de estrada, imaginamos também que será muito louco e magnetizante estar em um país estrangeiro e conseguirmos se comunicar e conectar com o público puramente com nossa música, é muito gratificante saber que nosso trabalho é reconhecido por pessoas fora do nosso país! É um orgasmo planetário!

Quais os projetos para o restante de 2018? E quais os próximos shows da banda?

Daniel Bins: Tiramos o mês de outubro para colocar o trem nos trilhos novamente, pois nossos fãs não merecem nada feito de forma meia boca. Isso está sendo bom para a cabeça e para o corpo, como já foi dito, estamos leves. Nosso vocal, Heron Ribeiro, está cumprido agenda com as gravações da Ashbürn em São Paulo, estamos enchendo a cara e nos entrosando mais ainda com essa nova formação e alinhando tudo para continuarmos nos 220 Volts, que é como o The Devils tem que funcionar. Temos shows bons marcados até o fim do ano, vamos tocar ao lado de amigos e em locais que consideramos muito, como Linhares, Colatina, Marilândia e Vila Velha, são locais que temos boas lembranças aqui em nosso Estado.

Muito obrigado pela entrevista. Deixamos este espaço para as considerações finais.

Daniel Bins: Correr com o The Devils nunca foi fácil, e por isso sempre agradecemos a todos que nos apoiam, e que sempre apoiaram, a todos que não largaram de mão a chama do The Devils mesmo quando a situação não era confortante. Um brinde para os guerreiros do Heavy Metal! Fiquem ligados que esse ano que se inicia promete coisa nova, fora de qualquer área de conforto. Vamos roer o osso para um dia comer a carne.

We Are The Devils!
 
 
 

Contato para assessoria de imprensa: www.sanguefrioproducoes.com/contato

Resenha Fleshgod Apocalypse - Labryrinth


Eu realmente adoro álbuns conceituais. Gosto da sensação um tanto quanto indescritível de perceber a dedicação e muitas vezes o empenho de uma banda, produtor ou gravadora em lançar um trabalho conceitual. Algumas vezes estes “concepts” acabam passando despercebidos pela grande maioria dos fãs; outras, seus conceitos não são claros ou incertos que gera uma dúvida sobre o total trabalho feito. Um álbum conceitual pode dissertar sobre os mais variados trabalhos - com faixas que se ligam entre si ou não – ou um mesmo assunto explorado poeticamente no decorrer das canções. Se formos analisar, o Prog Metal ainda tem o maior número de bandas com trabalhos dedicados a uma ideia conceitual. Mas isso não faz exclusividade do gênero. Power Metal, Thrash, Folk e também o Death Metal presenteiam, não rara as vezes, seus fãs com trabalhos conceituais. Assim como o Technical Death Metal! Gênero muito apreciado na Europa e que começou a ganhar maior notoriedade no Brasil há poucos anos. Os italianos do Fleshgod Apocalypse não fogem à regra do chamado “som brutal e técnico”. Viradas inesperadas, batidas no contratempo, vocais fortes e guturais variando com “clean vocals”, entretanto, no terceiro álbum dos caras, lançado ainda no ano passado, o Fleshgod Apocalypse presenteou seus fãs com algo a mais: um álbum conceitual muito bem produzido. O tema? Algo que me agrada bastante “O Labirinto do Rei Minos”. O CD começa com “Kingborn” e o barulho do mar quebrando-se à praia variando com uma respiração ofegante. Depois o som ambiente dá lugar ao abrir de pesadas portas, como se pudéssemos perceber alguém adentrando os portões do Labirinto do Rei. O agito do mar dá lugar a um silêncio tenebroso conforme as portas do enorme aposento se fecham. A respiração cansada está ali e ela agora é acompanhada por passos nítidos do caminhar no Labirinto. Um coro orquestral preenche o aposento conforme o som da respiração agora parece descontrolado, perdido em Knossos. As guitarras entram decretando o final da introdução, mas “Kingborn” estende-se por mais quatro minutos. Que ótimo início de álbum! Um vocal lírico, como o de antigas operas ainda acompanha a banda nos interlúdios.

Uma pena o ponto alto do álbum ser justamente a primeira música. Ponto alto musicalmente falando, pois conforme passamos pelas próximas músicas, o conceito do álbum começa a mudar (não confundir com se perder, com o perdão do trocadilho, em um labirinto). A segunda faixa começa sem o ouvinte perceber e “Minotaur (the Wrath of Poseidon)” é uma ode ao Labirinto em Knossos. Os teclados e a orquestração de Francesco Ferrini são um prato cheio ao som, e a letra é magnífica. Você pode abandonar as paredes evitando a besta? O destaque aqui fica para a letra da canção, mas vale ouvi-la mais de uma vez para sacar sua profundidade. “Elegy” é a terceira faixa do álbum e só agrega peso a suas orelhas. A quebra de ritmo aqui é interessante e mais uma vez a orquestração é um ponto positivo. Dada, talvez, a influencia ao nacionalismo da banda, há alguns flertes com peças clássicas da música erudita italiana aqui e os rápidos violoncelos deixam o ouvinte na mesma frustração de Dédalo no Labirinto do Rei Minos. Se você esperava por um descanso, esqueça!
 
 Ouça aqui:
Fleshgod Apocalypse - Labyrinth 

“Towards the Sun” é a quarta faixa e aqui a banda parece perder um pouco seu rumo, fazendo um som muito bem classificado como “mais do mesmo”. A canção não agrada ao ouvinte já acostumado com a temática e nem mesmo os vocais limpos do guitarrista Tommaso Riccardi salvam-na. Muito embora um embolo musical começa a ser percebido, há aqui algumas imposições a uma nova ideia do conceito deste álbum, que continua na próxima canção “Warpledge”. A música tem um andamento de uma opereta ou até mesmo uma sonata, muito bem equalizada com o peso do Death Metal dos italianos. Mesmo assim, se você espera novidades ou surpresas, só o que encontrará é uma parede sem saída do Labirinto. E é ai que o conceito do álbum, entretanto, surpreende. Em “Warpledge”, a banda começa a cantar não somente sobre fatos da Grécia Antiga, mas há aqui uma forte alusão do uso de um “labirinto” a que estamos fadados a percorrer nós mesmos, nos dias de hoje, por toda a nossa existência. Produção impecável. Mixagem e equalização perfeitas. “Pathfinder” é a próxima e seu começo me fez lembrar alguns bons álbuns do passado de ouro do Power Metal. Sim, do Power Metal. Logo a canção cadencia e voltamos ao som típico do Fleshgod Apocalypse, mas as guitarras levam o destaque da faixa que fica evidente em querer mostrar como (ou quem) acha o seu caminho correto pelo labirinto. Apenas uma ótima introdução para “The Fall of Asterion”, sétima faixa do trabalho. E aqui a banda faz questão de voltar a passado. Precisei pesquisar novamente quem era Asterion e lembrar de sua ligação com o Labirinto do Rei Minos. A canção é um tech death de mão cheia, a bateria é um destaque positivo, numa interposição de ritmos e variações para poucos tentarem tocar igual. As guitarras e a harmonia com os arranjos orquestrais também são destaque que agregados aos vocais em um tom de desespero enriquecem a composição. Menos peso aqui (se é que podemos dizer assim), mas não menos Metal. Continuamos com mais uma curta faixa, “Prologue”, e aqui a banda parece finalmente fazer um descanso para respirar. Já se foram mais de 30 minutos só castigando os ouvidos alheios com um excelente som brutal até finalmente termos uma passagem em violão solo aqui. Ótima composição e enfim, uma novidade ao quesito musical do álbum. Se há um prólogo, geralmente há um epilogo. Aqui não é diferente com a nona faixa do álbum “Epilogue”. E os italianos apresentam ótimas melodias para se encaixar ao seu som. Os vocais líricos voltam aqui, casando-se a uma mistura aprovada de Technical Death Metal com Symphonic Gothic Metal. Quantos sub-gêneros! O som compensa. Aconselho, inclusive, a ouvir “Epilogue” antes de qualquer outra faixa do play. Aqui há o resumo de tudo que você encontrará em “Labyrinth”. Fina obra de arte. Ainda sem acharmos a saída para nossos conflitos diários e provações, a banda convida o ouvinte a continuar o trajeto pelo labirinto. Temos “Under Black Sails” e a imersão a tempos de heróis da Grécia Antiga está de volta. Mais uma boa canção, que é fiel à proposta da banda. Permanece de pé a metáfora de associar o Labirinto do Minotauro com um reflexo de nós mesmos aqui também. A banda sabe usar na hora certa o peso de suas guitarras em “Under Black Sails”, mas o destaque vai para a cozinha da banda aqui, frenéticos no “double-beat”. Finalmente temos a canção homônima e última faixa do álbum “Labyrinth”. Uma “outro” a altura da “intro” do CD. O piano comanda todo o percurso e é impossível não associar a ideia de mundos diferentes e problemas iguais à metáfora do Labirinto do passado (ou ainda ao conto da Caverna de Platão). O “gran finale” digno de um concerto clássico. Uma pena a banda só ter lembrado disso na última faixa, apresentando um certo embolo musical nas canções passadas. Mesmo assim, “Labyrinth” encerra de forma bem convincente todo o play histórico da banda. Dado a ideia de álbum conceitual, é incrível analisar trabalhos tão diversos que seguem os mesmos conceitos e em “Labyrinth” os italianos do Fleshgod Apocalypse não fazem feio. A banda fez um excelente trabalho de pesquisa deixando clara a imersão na história da Grécia Antiga neste lançamento de 2013 (fazer-me pesquisar quem era Asterion?! Caramba!). Infelizmente, o resultado final é muito repetitivo às primeiras audições. Mas se você procura um álbum conceitual dentro do gênero Technical Death Metal, aqui há um excelente candidato. E se você tiver interesse, adquira ainda a versão física de “Labyrinth”. A arte presente em todo o encarte é como a cereja do bolo ao conceito apresentado por Tommaso Riccardi e os demais italianos. Ouça “Labryrinth” e veja quantas vezes você precisa encontrar forças para achar a luz no fim do túnel. A escada que lhe tira do buraco. A saída, enfim, de seu próprio labirinto.
 
 
Formação:
Francesco Paoli: Vocals, Guitars, Drums (studio)
Paolo Rossi: Vocals, Bass
Francesco Ferrini: Piano, Orchestrations

Ao Vivo:
Veronica Bordacchini: Soprano vocals
Fabio Bartoletti: Lead guitar
David Folchitto: Drums
  
Contato:
mail@nuclearblastusa.com (NA) / info@nuclearblast.de (EU)
 
Mais Informações: 
 
 
 
 
 
 
Autor da Resenha: Guilherme Rocha Thielen 

sexta-feira, 9 de novembro de 2018

Resenha Darzamat - Solfernus’ Path


Formada em 1995 na Polônia e atualmente com cinco álbuns lançados, Darzamat iniciou sua carreira trazendo em seu primeiro álbum “In the Flames of Black Art” de 1996, um tradicional Symphonic Black Metal que intercalava passagens melódicas com vocais femininos, porém, a partir do segundo álbum “Oniriad” em 2003, suas características começa a se definir com a introdução de graves guturais e uma maior presença dos vocais femininos, misturando elementos de Death e Gothic Metal. Esta sonoridade prosperou nos seguintes álbuns “SemiDevilish” de 2004, “Transkarpatia” de 2005 e “Solfernus’ Path” de 2009.

Solfernus’ Path continua a linha dos dois álbuns antecessores, com a primeira faixa do disco “False Sleepwalker” que introduz o ouvinte a um minuto de atmosfera e então explode em distorcidos riffs acompanhados de pedais acelerados, um sinfonia sombria semelhante a um órgão no fundo, e o tradicional dueto de guturais graves e um forte vocal feminino não tão suave quanto nos álbuns anteriores. Na quarta faixa intitulada “Pain Collector”, inicia a porrada com acelerados riffs em breakdowns e a sempre presente sinfonia de fundo, dando mais ênfase no vocal feminino nos versos principais e no refrão, dando um pequeno espaço aos guturais.

Na sétima faixa, “Gloria Inferni” apresenta uma caótica atmosfera introduzida pelo som similar a um órgão durante seu desenvolvimento e um refrão onde ambos os vocais pronunciam juntos o nome da música, tornando-se progressiva e acelerada, trazendo uma atmosfera ainda mais sombria e decadente que retorna a sonoridade original. A nona e décima primeira faixa “Solfernus’ Path” e “King Of The Burning Anthems” iniciam dando ênfase ao suspense das sinfonias de fundo, sendo a primeira focada no vocal limpo e a segunda nos guturais, ambas apresentando riffs extremos e explosivos que alteram para a cadência de velocidade tornando-se mais “melódicas”. 


Essas características são mantidas no decorrer do álbum, descrevendo o que poderia se chamar de uma Noite Sombria, formando um combinação perfeita entre Death e Gothic com elementos sinfônicos, criando uma verdadeira pancadaria sonora carregada com uma atmosfera sombria.
 
 Membros da banda:
Nera - vocal
Flauros - vocal
Chris - guitar
Markus - bass
Jacek Gut - drums

 
Contato: 
Mais Informações:

quinta-feira, 8 de novembro de 2018

Resenha Agatus - The Eternalist

Data de lançamento: 09 Outubro 2016
Género: Heavy Metal/Black Metal
Origem: Grécia

Agatus tem um envolvimento grande a cena underground no seu país (Grécia). Após um hiato de 14 anos do seu antecessor “The Weaving Fates” (2002). O Agatus nos presenteou com esta linda obra.

Resenha:

"The Eternalist" é um álbum que captura a alma e a paixão da música do Black Metal Grego através da mente visionária de seu criador, Eskarth The Dark One. The Dark é sem dúvida um artista puro, um multi-instrumentista, um criador com ideias e visão originais. Com a ajuda preciosa e a contribuição criativa de Vorskaath (Zemial), The Dark está oferecendo ao universo metal uma criação artística que combina elementos do Bathory, Warlord e melodias inspiradas nos anos 70, transcende uma paisagem sonora única do Metal negro.

Ouça:

Com som e produção analógicos, tudo parece quente e claro, longe dos sons computadorizados e digitais da última década.

Começando com ‘The Eternalist’ e ‘The Invisible (Fifth Portal to Atlantis)’ nós temos a conexão com o passado, mas a partir desse momento, um novo universo completo é aberto para nossos ouvidos. "The Oath (Of Magic And Fire)" é uma obra-prima do heavy metal e o álbum nem sequer começou. Além dos grandes riffs e do desempenho sincero, é muito raro ouvir músicas que começam a ser piedosas, mas depois dos primeiros minutos estão ficando ainda melhores! Músicas como ‘The Oath…’ e  ‘At Dusk I Born’ são cativantes com grandes riffs, mas ao mesmo tempo guitarras e melodias estelares dominam tudo depois do meio. Por fim, alguns inspiraram o trabalho da guitarra, sem se cansar. "Perils Of The Sea" é inspirado na obra de Odyssey e começa com melodias de guitarra poéticas emocionais que levam a uma performance profunda. Muitos ritmos e melodias mudam durante as canções e a alta musicalidade é outro ponto alto de "The Eternalist". O "Flight Into Forever" é outra joia de pura inspiração e combina as melhores influências do Agatus filtrado através do seu olhar pessoal. 'Gilgamesh' é uma música previamente conhecida dos seguidores de Agatus, já que foi lançada em um EP em 2012, mas esse novo arranjo com a orquestração de múltiplas camadas e essa adição de teclados dos anos 70 lhe dá uma nova locação vida.


Faixas:
1. The Eternalist
2. The Invisible (Fifth Portal to Atlantis)
3. The Oath (of Magic and Fire)
4. Gods of Fire
5. Dreamer
6. Perils of the Sea (Part II)
7. At Dusk I Was Born
8. Flight into Forever
9. Gilgamesh
10. To Last

Redator: Adriano Cavalcanti
WhatsApp: +55 81 9722 - 9176
Email: Adrianocavalcanti68@gmail.com

segunda-feira, 29 de outubro de 2018

Abatter: Assassino do Escuro, primeiro clipe do novo disco

"Sangueeeee, muito sangueeeeee!" berravam pessoas desavisadas passando pela cidade, nunca antes tinha acontecido algo assim.

Uma compilação de assassinos vem aí junto com o álbum de estréia da banda Abatter de Florianópolis.

A banda lançará no próximo dia 19 de novembro o disco composto por 9 músicas inéditas juntamente com o bônus da música Cliff Stoner já lançada em vídeo.

Como aperitivo está sendo lançado o a primeira música de "Assassino do Escuro" já com um clipe em que os próprios músicos usaram a proposta do faça você mesmo (DIY). Veja a seguir:



Abatter é um projeto músical de um estilo difícil de definir, vindo de uma mescla do interesse de rock n' roll e de metal extremo, unindo ambos de forma inusitada. Tudo isso num mundo sangrento criado pela própria banda que anti-heróis cantam suas histórias em português.

Membros:
Wellington Rodrigues - Guitarra/Backing vocals
Igor Thiesen - Baixo/Vocal e Bateria (estúdio)

Redes Sociais:

terça-feira, 23 de outubro de 2018

Monstrath: “The World Serves To Evil” já está disponível no formato digital, ouça agora!


Finalmente! O debut álbum da banda paulista MONSTRATH, “The World Serves To Evil”, já está disponível para audição gratuita.

Lançado digitalmente via Downfall Records, o aguardado trabalho foi disponibilizado dentre os principais serviços de streaming do mundo, confira:

Assista também ao videoclipe para a faixa “Demon Sold” lançado recentemente:


O MONSTRATH também anunciou que a pré-venda oficial feita pela banda terá início no ‘Crew Fest 2’, que acontecerá no Hocus Pocus Studio & Café em São José dos Campos/SP, no dia 11/11/2018, mais informações aqui: https://sanguefrioproducoes.com/n/1713
 
Em paralelo, a banda já começa a buscar datas para shows em suporte a divulgação ao álbum supracitado. Produtores interessados escrevam para monstrath@gmail.com e solicite todas as informações.

Contato para assessoria de imprensa: 

Sites relacionados:

Fonte: Sangue Frio Produções