sexta-feira, 11 de maio de 2018

Resenha Feared - Synder


Lançado em 2015, podendo dizer, que se os álbuns anteriores vinha com muito gás, este veio com gás inflamável e fogo junto. Sendo o sexto álbum da banda, trazendo seu diferente Death/Thrash de sempre, porém com uma pegada muito mais agressiva e veloz que nos álbuns anteriores, Synder está beirando ao Death, trazendo elementos antes presentes, agora mais intensificados, sem perder a tradicional criatividade nos riffs geniais de Ola Englund (guitarrista), porém, mostrando a face mais pesada da banda.
Após a intro da faixa um “Synder”, a segunda faixa “Your Demise” apresenta a proposta do álbum, com blast beats mais presentes do que nunca acompanhados de acelerados riffs e o mais grave gutural de Mario Ramos. Tal proposta mostram a cara do novo álbum, como pode também ser notado na faixa dois “Of Iron And Ashes”, que possui um dos riffis iniciais mais velozes do álbum, que a acompanhado pelas batidas explosivas da bateria, soam violentamente frenéticos. Na faixa cinco, “My Grief, My Sorrow”, vemos uma pegada que lembra mais os álbuns anteriores, especialmente o Vinter de 2013, trazendo uma pegada mais lenta com mais ênfase na técnica, e as cadências com breakdowns e alguns elementos melódicos, dando aquela sensação viciante de dar replay após o fim da música. A tradicional pegada sombria da banda também está presente na faixa sete, “By Silent Screaming”, com as clássicas pegadas menos fulminantes e mais melódicas e lentas, que dão um ar mais obscuro ao som.
 
Também é possível perceber no álbum que as linhas de guitarra aparentemente estão soando mais sujas e distorcidas que anteriormente, sendo possível perceber na faixa nove, “My Own Redemption”, que nos presenteia com um riff viciante e suave como uma martelada. Caóticos riffs estão presentes nas faixas onze e doze, “War Feeding War” e “The Narcissist”, que durante o desenvolvimento, principalmente “The Narcissist” mostra seu lado mais voltado ao Death.
 
  
 Com uma sonoridade mais bruta, o álbum mostra claras influencias mais pesadas para a composição, em um verdadeiro “vou quebrar tudo porra!”, carregado de blast beats e guturais mais graves do que de costume, a banda literalmente extravasa a raiva, sem falara da excelente arte da capa do álbum, que revela o qual obscuro o álbum está.
 
 
Formação Atual:
Guitars - Ola Englund (THE HAUNTED, ex SIX FEET UNDER)
Bass - Jocke Skog (ex CLAWFINGER, AECKEL)
Drums - Kevin Talley (SUFFOCATION, ex DYING FEETUS ex BLACK DAHLIA MURDER)
Vocals - Mario Santos Ramos (DEMONOID) 
 
País: Suécia 
 
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Mais Informações: 
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Autor da Resenha: Eduardo Ronconi